Masculino x feminino?

Cazuo Matsumoto ficou 11 temporadas na Europa (divulgação)

Na prova do Enem, uma questão foi muito discutida e criticada pelo nosso presidente. A desigualdade de gênero.
Salários do futebol feminino são muito inferiores que a do masculino e assim acontece também no tênis de mesa.
Os atletas que ficaram mais tempo jogando profissionalmente no exterior são:
Masculino – Thiago Monteiro (CE), Gustavo Tsuboi (SP) e Cazuo Matsumoto (SP).
Feminino – Jessica Yamada (SP), Karin Sako (SP) e Claudia Ikeizumi (SP).

Jessica Yamada em sua 9ª temporada na Suécia e Espanha (divulgação)

Claro que o nível técnico também conta bastante, mas a base para cálculo, seria dos atletas masculino que jogaram na França, na divisão mais forte, Pro-A, e as meninas que recebiam até 1/3 do salário deles.
Injusto? Assim como no futebol, o tênis de mesa feminino, atrai bem menos público, pois na Europa, são vendidos os ingressos para assistir as partidas da Liga Profissional.
O nível técnico delas também é inferior, velocidade da bola, efeito e movimentação.
Injusto??? Na área da moda, acontece o contrário, as “top models” ganham muito mais que os rapazes, portanto, acredito que os valores são proporcionais ao retorno que o profissional dá para os investidores.
No Brasil o apoio financeiro para a ala masculina é muito superior, por vários motivos, mas um deles é bem justificado, que é a proporção de atletas do gênero.
Nos campeonatos em nosso país, para cada 5 atletas masculino, temos 1 feminino.
Para ter uma ideia, não passam de 1.000 mesa-tenistas praticantes no Brasil, enquanto que no Japão, só na categoria até 15 anos, participam 3.000 jogadoras.
Portanto, a polêmica das mulheres no esporte sempre continua[á em evidência, pois poucas abdicam de suas vidas privadas para focar nos treinamentos e resultados.

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