HÁ 50 ANOS: Geólogo nikkei lembra início das obras do Metrô no Pátio do Jabaquara; construção faz 50 anos em abril

Construção transformou radicalmente a paisagem da região (divulgação)

Há 50 anos, em 1º/4/1971, eram iniciadas as obras do Pátio Jabaquara. Sua construção transformou radicalmente a paisagem da região. “O local era uma baixada ocupada por várias chácaras”, lembra o geólogo e ex-chefe do Departamento de Projeto Civil da Companhia do Metrô, Kenzo Hori, que trabalhou no projeto da obra. Admitido em 1968, Kenzo Hori, um dos primeiros funcionários do Metrô, começou como analista de projetos e deixou a empresa em 1999, na condição de chefe do Departamento de Projeto Civil.

O geólogo Kenzo Hori, um dos primeiros funcionários do Metrô (divulgação)

Paulistano, o nikkei Kenzo Hori é filho de Kiyoshi Hori, que era muito conhecido na época – chegou a escrever para vários jornais japoneses e por sua grande contribuição junto à comunidade japonesa, foi condecorado pelo governo do Japão.
Formado em Geologia pelo Instituto de Geociências da USP (com especialidade em Geologia de Engenharia, Kenzo Hori trabalhou no Metrô de São Paulo por 31 anos, desde o seu início, em 1968. Atualmente reside na Praia de Imbassaí (a 65 km ao norte do aeroporto de Salvador, na Bahia).

O pátio conta com um estacionamento para 52 trens, oficinas de manutenção e edificações (divulgação)

O pátio hoje – Hoje, 1.027 pessoas trabalham no Pátio Jabaquara, entre funcionários do Metrô e colaboradores terceirizados. O pátio ocupa uma área total de 330.000m², que conta com estacionamento para 52 trens, oficinas de manutenção, uma gigantesca máquina para lavar as composições, edificações administrativas, almoxarifado e a sede da universidade corporativa da Companhia.
(Assessoria de Imprensa do Metrô)

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