Esportes universitários sofrem com a falta de apoio

Premiação da categoria Ouro Feminino (divulgação)

Quando teremos uma politica esportiva voltada para o alto rendimento?
É comum ouvirmos os tradicionais comentários como: esporte é vida, esporte é saúde, a atividade física diminui as doenças modernas do século XXI etc.
Potências mundiais, investem muito no esporte universitário, oferecem bolsas de estudo, convidam atletas de alto nível para formar suas equipes ou seja as competições escolares tem muito valor, o que e muito diferente no Brasil; por isso os mesa-tenistas quando terminam o ensino médio, ficam no impasse entre seguir carreira ou abandona-la para estudar. A falta de apoio aqui e desanimadora, não incentivam em nada, os grandes talentos irem em busca da medalha olímpica.
Fiquei de 1984 a 1994 na coordenação do tênis de mesa da FUPE (Federação Universitária de SP), e de 1994 a 2004 na CBDU (Confederação Brasileira Universitária) e participamos de 7 Mundiais com a equipe brasileira, após esse período, ficamos sem o tênis de mesa nos eventos nacionais e muito pouco no estadual universitário.
Em 2014 assumi novamente a Diretoria de TM da Fupe e retornamos. O exemplo a ser seguido em SP são as faculdades de medicina, que investem muito em suas equipes para participar dos Jogos InterMed. Sou o coordenador técnico da equipe da Med Santo Amaro e fico impressionado com o trabalho deles. Equipe dedicada, unida e organizada, os alunos aprendem a conviver em grupo, dividir seus horários entre os estudos e os treinamentos, os veteranos seguem apoiando os novatos e criam uma super família, nesse difícil período para se graduar, nesta brilhante profissão. Neste final de semana a FUPE, participou da Virada Esportiva, coordenada pela Prefeitura de SP, e marcou como a ultima competição universitária oficial de 2021.

Premiação da categoria Ouro Masculino (divulgação)

Eis os resultados das 5 categorias

Categoria Ouro Feminino
1º) Amy Sekimoto – UNIFESP, 2º) Mai Sekimoto – FEA USP e 3º) Giovanna Tsumura – FECAP

Categoria Prata Feminino
1º) Fernanda Oyakawa – IGC USP, 2º) Gabriela Senaha – Med ABC, 3º) Tathiane Ezaki – Anhembi Morumbi e 4º) Marina Flora Garcia – USF

Categoria Ouro Masculino
1º) Rafael Brandão – FECAP, 2º) Lucas Guedes – UniSant’Anna, 3º) Lucas Carra – UNIV SCS e 4º) Jonathan Dias – FMU

Categoria Prata Masculino
1º) Dante Yokoi – Med Sta Casa, 2º) Pedro Kobayashi – Fac impacta, 3º) Jaelk Xavier – Unifaccamp e 4º) Victor Takahashi – INSPER

Categoria Livre
1º) Erick Yamaguti, 2º) Murilo Caltabiano, 3º) Leonardo Petrelli e 4º) Enzo Lourenço

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