ENFRENTAMENTO À COVID-19: Conheça as medidas adotadas pela Ajinomoto como forma de prevenção à Covid-19

Pulverizador de água eletrolisada para desinfecção instalado na fábrica de Limeira (divulgação)

Nesta segunda edição, a conversa sobre “medidas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus adotadas pelas empresas japonesas que atuam no Brasil” foi realizada com Tatsuya Sasaki, presidente da empresa Ajinomoto do Brasil.
Como uma empresa de alimentos do Brasil, que produz e fornece alimentos e aminoácidos para as famílias em geral, para o mercado de alimentação fora do lar, indústrias alimentícias, farmacêuticas, entre outros, tem continuado suas atividades sem interromper as operações nas fábricas e com a implementação de home office, em princípio para os funcionários do escritório, com base no direcionamento básico de que “mesmo durante o desastre causado pelo coronavírus, a segurança e a saúde dos funcionários e de suas famílias devem estar no topo da prioridade, e, partindo disso, a companhia tem de continuar contribuindo para a sociedade com suas atividades essenciais”.

“Força-tarefa de combate à COVID-19” liderada pelo presidente

Tatsuya Sasaki (divulgação)

A empresa Ajinomoto do Brasil tem a sua sede na cidade de São Paulo, fábricas em quatro localidades do estado de São Paulo (Limeira, Laranjal Paulista, Valparaíso e Pederneiras) e uma rede de vendas em todo o Brasil, totalizando um emprego de aproximadamente 3.100 funcionários.
Quando o desastre causado pelo coronavírus começou no Brasil, a empresa estabeleceu a “força-tarefa de combate à COVID-19” sob a direção do presidente Sasaki, e a sede e as fábricas criaram diretrizes e implementaram medidas de controle contra a doença.
O escritório da empresa foi fechado, em princípio, desde março do ano passado e o trabalho passou a ser realizado no sistema home office até os dias de hoje. Em certo período, ninguém ia para a sede física, mas havia departamentos como o de Pesquisa e Desenvolvimento, por exemplo, cujo trabalho não era possível sem a disponibilidade da infraestrutura de laboratório. Então, atualmente, os funcionários consultam seu superior sobre a necessidade de ir para a empresa e solicitam autorização com antecedência. Mesmo nesses casos, o número de pessoas que podem ir trabalhar em um andar ou em todo o prédio é limitado e gerenciado com um aplicativo.
Os funcionários das fábricas estão trabalhando normalmente. Muitos funcionários se deslocam para as fábricas usando o ônibus da empresa e, desde o embarque, seguem medidas preventivas como desinfecção das mãos com álcool e uso de máscaras. Além disso, o espaço entre as poltronas foi aumentado e o número de passageiros foi reduzido. Até no refeitório, os detalhes como a garantia do espaço entre os assentos e a utilização de temperos em sachês individuais recebeu atenção, com isso, mesmo com casos de pessoas infectadas, não houve nenhum caso de infecção coletiva.

Álcool em gel fabricado na própria empresa

Álcool em gel de ótima qualidade (divulgação)

Em um dos processos de fabricação, o álcool já era utilizado como matéria-prima na fábrica. Aproveitando isso, a linha de produção foi adaptada, após o começo da pandemia pelo coronavírus, e tornou possível a produção de álcool em gel.
O presidente Sasaki relembra: “Isso foi realizado a partir da ideia de um funcionário da fábrica e fiquei feliz pela sua presteza na execução.” Embora esse álcool em gel seja fabricado com licença do governo, só é permitido usá-lo para doações a funcionários, seus familiares, empresas terceirizadas e instituições de saúde, e não está à venda. No entanto, ele contém ingredientes à base de aminoácidos que também são usados em cosméticos e foi bem recebido: “a pele fica hidratada e o álcool em gel seca rapidamente”.
O presidente Sasaki continua: “Mesmo sendo impossível vender, quero fornecer produtos melhores, pois é consumido diariamente pelas pessoas.”
Além disso, as fábricas passaram a produzir água eletrolisada ligeiramente ácida apenas para uso interno. Foi instalado um pulverizador na entrada das fábricas, que borrifa água eletrolisada para higienizar as pessoas que entrem nas instalações. A água também é aplicada nos tapetes para desinfetar a sola dos sapatos e utilizada na higienização do chão.

Doações no período de pandemia pelo coronavírus

Cesta Básica com produtos próprios doados pela Ajinomoto do Brasil (divulgação)

“Muitas unidades de saúde e residências do Brasil ainda precisam de ajuda na luta contra a COVID-19. Especialmente nas comunidades regionais, estamos intensificando os esforços para garantir a tranquilidade e a paz.”
A Ajinomoto do Brasil tem doado, além do álcool em gel fabricado internamente, produtos da própria empresa, máscaras, luvas descartáveis, cestas básicas, kits de higiene, etc., para hospitais, instituições sociais e comunidades locais. No caso de doações de dinheiro, buscou fortalecer a economia regional apoiando organizações próximas a suas fábricas e escritório para que fizessem compras em lojas locais.
Para estabelecimentos voltados à alimentação fora do lar (restaurantes), que se encontram em situação difícil, distribuiu produtos como apoio para quando retomarem seus negócios e também oferece consultoria de negócios online gratuita.

Indo além: consulta de saúde mental e física
Durante a pandemia da COVID-19, não apenas a ameaça do vírus, mas também a exaustão física e mental, devido ao trabalho no ambiente doméstico de longa duração passou a ser uma preocupação. Com base nisso, a companhia incentiva ações para que os funcionários possam passar seu tempo com boa saúde física e mental.
Por exemplo, no sistema de home office as pessoas tendem a trabalhar sentadas por muito tempo. A empresa orientou quanto ao mobiliário ideal, as distâncias entre mesa e cadeira recomendados pela ergonomia e arcou com o custo para que o funcionário pudesse adquirir os móveis adequados. Também fornece programas de meditação e atividade física online e estabeleceu um sistema para receber consultas sobre saúde mental.
Para os funcionários que sentirem má condição física, médicos do trabalho estão à disposição na sede e na fábrica, podendo ser consultado 24 horas por dia. Se houver suspeita de infecção pelo coronavírus, a pessoa é orientada a ficar em quarentena preventiva em casa o mais rápido possível para evitar a propagação da infecção e, caso seja comprovada a infecção, é verificado o histórico de seu comportamento nos 14 dias anteriores, para identificar pessoas com quem manteve contato próximo e isolá-los do mesmo modo. Após o tratamento, o médico do trabalho determina se o funcionário pode ir ao ambiente de trabalho físico.

Atividade essencial: caminhando bem mesmo durante a pandemia do coronavírus
O número de pessoas comendo em casa aumentou devido à pandemia causada pelo coronavírus, e as vendas de temperos e alimentos aumentaram. Com isso, o negócio está caminhando bem para a Ajinomoto do Brasil. Dentre outros, os insumos para produtos de higiene e limpeza, como os utilizados em detergentes líquidos, que contêm aminoácidos também estão caminhando bem nas vendas em escala mundial. O negócio de Food service (alimentação fora do lar) continua em situação difícil, mas existe um ambiente de mercado que está conseguindo compensá-lo.
Com a influência da vida online, o negócio ligado ao e-commerce (transações e pagamentos relacionados a produtos e serviços realizados na internet) também está crescendo. Antes da pandemia, vários negócios de e-commerce já eram promovidos, como a venda do suplemento esportivo “aminoVITAL”, diretamente em seu próprio site, mas a velocidade de desenvolvimento desse tipo de negócio tornou-se ainda mais rápida recentemente.
Além disso, o mercado voltado à “saudabilidade”, como “redução do sódio”, “imunidade” e “nutrição”, está crescendo globalmente e a solicitação dos clientes da indústria alimentícia, por uma “possibilidade de redução do sal sem prejudicar o sabor” está aumentando.

Apoio aos atletas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos com “Kachi-meshi”

Kachi-meshi, alimentação com equilíbrio nutricional (divulgação COB)

Desde 2019, a Ajinomoto do Brasil lançou o “Projeto Vitória”, direcionado às Olimpíadas e Paralimpíadas de Tóquio, e tem apoiado no suporte nutricional dos atletas candidatos aos Jogos. Continuou fornecendo o “aminoVITAL” e incentivando os atletas com o programa de educação nutricional “Kachi-meshi” (”alimentação para vencer”), que consiste em uma dieta nutricionalmente balanceada e, como resultado, dos 32 atletas olímpicos e paralímpicos que apoiaram, Ana Marcela recebeu a medalha de ouro na maratona aquática olímpica, Alana Maldonado recebeu a medalha de ouro no judô feminino paralímpico, Alex Pires recebeu a medalha de prata na maratona masculina paralímpica da classe T46 e Thiago Paulino recebeu a medalha de bronze no arremesso de peso paralímpico.
“Além dos atletas, o efeito do “Kachi-meshi”, que é uma alimentação com equilíbrio nutricional pode ser aplicada para todos.” O presidente Sasaki mostrou-se confiante.
“Trabalhamos como se fôssemos uma empresa brasileira. Respeitamos não só as ideias do Japão, mas também as do povo brasileiro, e vamos trabalhando para resolver as questões relacionadas à alimentação e saúde do mundo, que é a visão do Grupo Ajinomoto, compartilhando a nossa sabedoria e a dos funcionários sobre como podemos contribuir para com o Brasil, sem se deixar abater pela situação da pandemia pelo coronavírus”, conclui.
Cooperação: Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil

Cia. Ajinomoto do Brasil

Sede da Ajinomoto do Brasil em São Paulo (divulgação)

Presente no Brasil desde 1956, a Ajinomoto é uma multinacional japonesa e referência mundial em aminoácidos. A empresa oferece produtos de qualidade tanto para o consumidor como insumos para as indústrias alimentícia, cosmética, esportiva, farmacêutica, de nutrição animal e agronegócios. O Grupo Ajinomoto está presente em 35 países, possui 121 fábricas e cerca de 32 mil funcionários em todo o mundo
Site oficial:
www.ajinomoto.com.br

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