Cultura Japonesa Vol. 8 – Kumaki Nakao – uma vida dedicada a obras filantrópicas

Os pioneiros da história da imigração

Kumaki Nakao

Autor do compêndio “Como escrever uma carta em português – Aplicações Práticas” escrito em língua japonesa (publicado em agosto de 1922), e um dos fundadores da Cooperativa Agrícola de Cotia


Texto de Shinji Tanaka “Kumaki Nakao – Pequena Biografia – Dedicação à filantropia”
Referência: “Hisōzokusha no Seishinshi – Aru Nikkei Burajirujin no Henreki” (História Intelectual dos Deserdados – Peregrinações de um Nikkei Brasileiro) – Ocha-no-mizu Shobō, 1981. “Cotia Sangyō Kumiai 30 Nen no Ayumi” (Os 30 Anos da Cooperativa Agrícola de Cotia) – Zempachi Andō, Cooperativa Agrícola de Cotia, 1959. “Bunkyō 40 Nen Shi” (História dos 40 Anos de Bunkyō) – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, 1998. “Imin Gaka – Handa Tomoo – Sono Shōgai” (Tomoo Handa, Imigrante Pintor – Sua Vida) – Centro de Pesquisas Nipo-Brasileiras – 2013

Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 8, de Junho de 2018


 

 

Kumaki Nakao

 

 

Kumaki Nakao é originário da Aldeia de Yokojima, município de Tamana, Kumamoto. Nasceu em 24 de janeiro de 1900 de uma família de agricultores, segundo filho de Matabei Nakao e de Tama. Completou o primário em 1913, e frequentou o curso primário superior trabalhando na lavoura da família em sua casa. Ao mesmo tempo, estudou por conta própria transcrições das aulas por correspondência do curso secundário. No ano seguinte, o menino Nakao de 14 anos de idade convenceu o pai e se registrou filho adotivo de Shigetsugu Sakaue. Figurou como membro em sua família e veio ao Brasil em março de 1914, a bordo do navio de imigrantes Wakasa Maru.

Na primeira plantação para onde a família foi enviada, a Fazenda Acá na ferrovia Mogiana, cumpriram contrato de trabalho de 1 ano e meio. Nakao se separou então da família Sakaue e procurou Sadahachi Higashi, um conterrâneo que trabalhava como intérprete para japoneses. Por sorte a esposa de Higashi era brasileira. Nakao passou a trabalhar entre brasileiros, de dia em uma fábrica de açúcar, à noite estudando português com o casal e se familiarizando com hábitos e costumes do Brasil. Viveu em Igarapava com eles por um ano, durante o qual conseguiu igualar-se ao casal no domínio da língua portuguesa.

Foi depois disso para Santa Ernestina na ferrovia Araraquara, onde havia imigrantes japoneses trabalhando. Fez ali muitos amigos, era para eles professor de português. Falava por eles nas negociações com brasileiros, fortalecendo assim a autoconfiança no uso da língua portuguesa. Saindo dessa região, foi trabalhar na produção de mamona como agricultor semi-independente. Entretanto, sofreu danos irreparáveis em uma noite de geada, e resolveu ir a São Paulo para ser copeiro. Mas não demorou muito no emprego. Buscou Cotia, onde um grupo de japoneses se entregava à produção de batatas. Essa atividade estava chamando a atenção dos japoneses de São Paulo.

Em 1919, aos 19 anos, adquiriu independência econômica produzindo batatas em Cotia. Nesse ínterim, procurou aperfeiçoar mais ainda seus conhecimentos de português, e aos 22 anos de idade, publicou o livro de gramática portuguesa “Como Escrever uma Carta em Português – Exemplos Práticos” (tradução livre do título em japonês) – (outubro de 1922) pela Editora Burajiru Jihōsha (Notícias do Brasil).

Nessa época, o jovem Tomoo Handa trabalhava em composição tipográfica nessa editora enquanto estudava português à noite. Handa escreveu:

“Minha amizade com Nakao se iniciou em 1922, quando ele resolveu publicar pela Jihôsha o seu livro ‘Como Escrever Cartas em Português’. Eu era então um operário da editora, e trabalhei na composição tipográfica e revisão de texto do livro.”

E se recorda:
“Eu queria estudar português também. Assim, a façanha desse jovem de 22 anos, que não só conseguiu dominar a língua como chegou até a escrever um livro, me pareceu algo milagroso.”

 

Auto retrato de Tomoo Handa

 

A amizade entre Handa e Nakao se toraria mais íntima posteriormente. Em 1946, Honda pintaria um retrato de Nakao aos 19 anos de idade, com uma enxada de cabo longo na mão e tendo ao fundo uma cabana de sapé. Esse retrato rememorativo do início das atividades de Nakao como agricultor independente, foi elaborado com base nas recordações de Nakao, e permaneceu exposto na entrada da sala de visitas de sua residência, como símbolo da família. Sobre esse retrato, diz Handa:

“Com tantos benefícios prestados aos outros, ele mesmo levava uma vida pautada pela humildade. Não se importava em exibir na sala da sua residência esse quadro de 33,4 por 24,3 cm que eu pintei, onde ele aparece com uma enxada tendo por fundo um casebre.

Os filhos até chegaram a comentar uma vez: ‘Dá vergonha mostrar essas coisas …’, mas ele não se esquecia daqueles tempos em que desbravara o cerrado na aldeia de Cotia e estudara português plantando batatas, morando em um casebre de paredes de barro. Penso que ele desejava mostrar a seus filhos que havia passado certa época por uma vida como aquela. Esperava quem sabe que isso lhes despertasse sólidos pensamentos, ancorados na realidade.”

Esse quadro se acha hoje exposto na sala do Centro de Estudos Nipo-Brasileiros de São Paulo, juntamente com outras pinturas paisagísticas de Tomoo Handa. Esse pintor veio ainda criança ao Brasil, como imigrante. Passou por uma vida de privações nas fazendas de café do interior, trabalhou para poder estudar, e junto com alguns companheiros, construiu os alicerces da pintura nikkei no Brasil. Dedicou a vida inteira à pintura, e produziu quadros tendo por tema cenas brasileiras e da vida dos imigrantes. Não será exagero afirmar que nenhum outro pintor senão ele seria capaz de elaborar um retrato de Nakao da época do desbravamento. Acho que hão de concordar.

 

Fundação da Indústria Química
de KANAKAO S/A

 

Empenhados em fundar uma “Vila Japonesa” em Cotia, Nakao e Kenkichi Shimomoto não tardaram em assumir liderança das atividades. Nakao comprou em 1924 três alqueires de terreno (7,2 hectares) em Cotia. Em seguida, interrompeu por um ano a produção de batatas e se matriculou em São Paulo em um curso breve de comércio. Formou-se no ano seguinte, em 1925, obtendo diploma de contador reconhecido pelo governo federal. Comprou um trator e regressou a Cotia, para dar início à produção de batatas em larga escala. Dava assim o seu primeiro passo como empresário.

Na época em que ocorriam atritos intermináveis entre japoneses de províncias diversas na recém-criada Associação de Japoneses, Kumaki Nakao, moço de 26 anos, era eleito presidente, graças à sua personalidade gentil e honesta. No Departamento dos Moços, criou uma escola noturna de português e dedicou-se de corpo e alma ao ensino da língua.

Consta entre seus alunos Kazuki Nishimura, que após exercer por longos anos o cargo de diretor da Cooperativa Agrícola de Cotia criada posteriormente, foi também diretor e presidente do Conselho da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

Em dezembro de 1927, Nakao fundou a Cooperativa Agrícola de Cotia juntamente com Kenkichi Shimomoto e outros, e se tornou seu primeiro diretor executivo. Em 1933, a Cooperativa se recuperava do pânico provocado pela crise econômica mundial iniciada em 1929, e procurava consolidar-se diversificando seu campo de atuação à área das verduras, sem se ater apenas às batatas. Nisso, ocorreu o incidente da expulsão de Kumaki Nakao e de Kame Yoshimoto dos quadros da Cooperativa.

Quando da fundação da Cooperativa, ambos fizeram parte da Comissão Preparatória, e foram diretores executivos em suas áreas respectivas após a fundação. Nakao em particular tomara conta sozinho da administração da Cooperativa recém-fundada e controlara Shimomoto, que tendia ao idealismo, mantendo a Cooperativa direcionada ao desenvolvimento com medidas práticas e realistas. Seus meritórios serviços em prol da consolidação da organização interna, enquanto diretor executivo, fazem dele o maior benfeitor da Cooperativa.

O incidente se originou quando Nakao, ao deixar o cargo de diretor executivo, passou a vender adubos por conta própria, e Yoshimoto, sementes de batatas aos cooperados. Nakao se afastou então da Cooperativa e abriu uma empresa de fabricação e venda de fertilizantes, deixando de ser agricultor para se tornar industrial. Yoshimoto, por sua vez, ao deixar a Cooperativa, viu sua empresa crescer vertiginosamente. Nakao se juntaria depois ao seu velho companheiro Yoshimoto.

Em 1936, Nakao reformulou sua empresa transformando-a em uma empresa acionária, modificando inclusive sua razão social para “Indústria Química KANAKAO S/A.”. Segundo dizem, essa foi a primeira empresa acionária fundada por japoneses no Brasil. Alguns anos mais tarde, Nakao fundaria também a Empresa Imobiliária Kanakao, para diversificar atividades.

Com a reformulação do comércio de fertilizantes em empresa acionária, Nakao fez de todos os funcionários acionistas. Ao mesmo tempo, construiu uma escola gratuita para eles e seus filhos, custeada completamente pela empresa. Contudo, a escola foi fechada em virtude da proibição do ensino da língua estrangeira imposta pelo rigorismo da política de assimilação cultural do governo brasileiro. Nakao subsidiou ativamente os empregados e seus filhos em cursos superiores.

Foi ele o maior contribuinte da Maquinas Hidráulicas HITEN Ltda., instituição fundada para ajudar jovens egressos dos campos a se adaptarem à vida da cidade, na época em que os atritos entre partidários da vitória e da derrota agitava a sociedade nikkei do pós-guerra. E quando se iniciou o movimento pela fundação da Casa dos Estudantes Harmonia, promovido por ex-membros do Rikkōkai, Nakao fez uma doação de 30 contos de réis ao movimento. Nessa época, viajava-se ao Japão com 2 contos de réis. A Casa dos Estudantes Harmonia se destinava a cuidar dos jovens interessados em prosseguir os estudos e não em procurar emprego.

Em 1953, quando o Japão se encontrava ainda no período de recuperação pós-guerra, Nakao ofereceu subsidiar a criação de um regime de bolsa de estudos do município de Yokoshima, sua terra natal. Queria socorrer estudantes que não dispunham de recursos para ingressar em curso superior, tão sonhado por ele próprio, Nakao. Recebendo a proposta, a Comissão de Educação de Yokoshima instituiu imediatamente os “Regulamentos para a Instituição e Administração da Bolsa de Estudos da Comissão Municipal de Educação de Yokoshima”. Segundo as “Regras do Financiamento” divulgadas, a bolsa de estudos seria concedida a alunos matriculados em curso colegial ou superior, sem condições financeiras para arcar os custos da educação. O financiamento concedido através da bolsa deveria ser ressarcido sem juros dentro de 10 anos da conclusão do curso.

Conforme propusera, Nakao realizou doações anuais de 300 mil ienes durante 10 anos, totalizando nesse período 3 milhões de ienes, para a instituição do regime de bolsa de estudos com essa verba. Na época, um professor de escola primária no interior da Província de Iwate recebia aproximadamente 4000 ienes de salário. Tratava-se, portanto, uma doação substancial.

Concluída a doação de 10 anos, o município de Yokoshima resolveu erguer um busto de Nakao no pátio da escola primária municipal, e isso foi divulgado amplamente pelos jornais regionais e pelo Mainichi Shimbun, edição de Kyushu. Nakao reagiu imediatamente. Não queria, era desnecessário. Sem outra alternativa, a escola resolveu expor uma fotografia de Nakao na parede.

Obs. Este parágrafo toma por referência a obra “Hisōzokusha no Seishin-shi – Aru Nikkei Burajirujin no Henreki” (História Intelectual dos Deserdados – Peregrinações de um Nikkei Brasileiro) de Takashi Maeyama

 

Fundação da Sociedade Brasileira
de Cultura Japonesa

 

Em 15 de outubro de 1955, quando a sessão de dissolução da “Associação dos Japoneses para a Colaboração à Comemoração do Festival de 400 Anos de São Paulo” deu sequência no ato à instalação da Comissão Preparatória para a fundação da Associação Cultural Japonesa de São Paulo, Kumaki Nakao foi escolhido para chefiar a comissão de 15 membros, e presidiu a Assembleia Geral de fundação da associação. Essa comissão foi transformada ela mesma em diretoria, tendo Kiyoshi Yamamoto por presidente. Nakao ocupou a vice-presidência por nomeação do presidente.

 

A primeira reunião da comissão tendo Yamamoto como presidente, estabelecida após a Assembléia Geral de 17 de dezembro de 1955

 

Kiyoshi Yamamoto, fundador e presidente da associação (atual Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – doravante Bunkyo) e Nakao formaram uma dupla entrosada e coordenada, mas havia ente eles algumas divergências em questões básicas. O presidente Yamamoto, com a sua visão política, obtinha fundos do Japão. Nakao, porém, não gostava de receber auxílios, e pregava a independência da comunidade nikkei no Brasil.

Com o falecimento de Yamamoto, em 1963, Nakao foi eleito segundo presidente da entidade. Empenhou-se em construir o primeiro prédio do “Centro Cultural”, e terminou a construção do primeiro estágio. Na construção do Auditório, deu ênfase em construi-lo com recursos da colônia. O Plano de Atividades previa “Atividades Anuais Ordinárias” e “Atividades a Longo Prazo”. Incluíam-se no plano de Atividades a Longo Prazo projetos de instituição de bolsas de estudo e de obras assistenciais, projetos esses que refletiam em grande parte a vontade de Nakao.

Depois de deixar a presidência do Bunkyo, em 1965, Nakao exerceu o cargo de presidente do Conselho.

Foi eleito primeiro presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, criada em 1966, e nesse ato, lançou uma proposta bastante concreta, do envio ao Japão da Primeira Missão de Visita de Imigrantes do Kasato Maru. Nakao enviou ao Japão ao todo 73 imigrantes pioneiros em 6 missões de visita.

O governo japonês mostrou boa vontade com respeito ao plano, mas encontrava dificuldades em obter dotação orçamentária. Assim, Nakao previu executar o plano por recursos próprios sem contar com o auxílio do governo japonês. Segundo Takashi Maeyama, autor da “História Intelectual dos Deserdados”, a atitude decidida de Nakao resultava da sua consciência de que a execução desse plano era uma obrigação da colônia, e assim, não fazia sentido recorrer à ajuda do governo japonês para realizá-lo. Diz ele ainda:

“É de se acreditar que Nakao estivesse determinado a executá-lo mesmo que tivesse de arcar pessoalmente o custo integral do projeto.”

Essa atitude de Nakao suscitou críticas mesmo da sua equipe. Também, intelectuais ligados ao Centro de Estudos Nipo-Brasileiros do qual ele era presidente manifestavam o desejo de que ele realizasse projetos mais significantes, seja no campo cultural, seja no campo das pesquisas. Nakao estava ciente de tudo isso. Mas o plano só foi interrompido depois da 7ª Missão em virtude do seu falecimento.

Nakao, com recursos próprios, proporcionou visita ao Japão a 73 imigrantes pioneiros, mas se preocupava em não ferir os melindres desses imigrantes idosos e pobres, sem condições financeiras para visitar a terra natal. Assim, tomou todo cuidado para que não se sentissem humilhados. Essa atitude outra coisa não revela senão a bondade do seu coração.

 

Fundação do Centro de Estudos
Nipo-Brasileiros de São Paulo

 

Ocorreu em São Paulo, após a guerra, um movimento de conscientização. As figuras centrais desse movimento criaram uma sociedade à qual deram o nome de Mumeikai (“Grupo Sem Nome”). Oito participantes dessa sociedade (Takeo Kawai, Tomoyo Mabuchi, Kiyotaka Emi, Tomoo Handa, Yoshiomi Kimura, Hiroshi Saito, Teiichi Suzuki e José Yamashiro) formaram um pequeno grupo, realizaram uma primeira reunião em 15 de junho de 1946 na residência de Sen-ichi Hachiya, e após três reuniões preparatórias, constituíram o Doyōkai (“Clube dos Sábados”). O Doyōkai reuniu 20 membros e um colaborador, e passou a publicar a revista Jidai (Época) editada em língua japonesa. A partir do 2º número, a revista passou a ser impressa e teve a tiragem aumentada. Nakao não fazia parte então da classe dirigente dos imigrantes e mantinha posição reservada, mas acompanhava com interesse o movimento desse grupo de jovens desde o início. E enviou contribuições financeiras ao grupo tão logo a revista Jidai saiu impressa.

O relacionamento de Nakao com o Doyōkai se iniciou quando Nakao foi apresentado a Zempachi Ando pelo seu amigo Shun-ichi Yamaji (editor chefe do jornal Nambei Jiji), e a pedido de Nakao, passou a orientar pesquisas sobre a História e o materialismo histórico. Membros do Doyōkai como Tomoo Handa, Hiroshi Saito e Hidekazu Masuda foram convidados a tomar parte também. Reuniam-se uma vez por mês aos domingos na residência de Nakao, e participavam do almoço que ele lhes oferecia.

Essas reuniões atraíram simpatizantes, que resolveram organizar um grupo à parte do Doyôkai, dando início ao Centro de Estudos Nipo-Brasileiros – Jinmonken.

Desde a fundação em março de 1952, todas as despesas do Centro referentes ao período de pesquisas vinham sendo integralmente assumidas por Kumaki Nakao. Entretanto, decidiu-se transformar o Centro, até então uma entidade de caráter essencialmente privado, em uma instituição pública voltada a pesquisas, a serviço de toda comunidade nikkei. E em 24 de março de 1965, realizou-se a Assembleia Geral de fundação, que fez do Centro uma organização devidamente registrada, dando início às atividades de pesquisa sistemática.

Assim, o Centro que viera promovendo intensas atividades de pesquisa com o apoio financeiro de Nakao passava a ser um órgão de pesquisas reconhecido pelo governo brasileiro, tendo registrado oficialmente sua razão social “Centro de Estudos Nipo-Brasileiros” e com sede no Centro Cultural construído em março de 1964. O Centro vem publicando desde então inúmeros relatórios de pesquisa. Nakao exerceu o cargo de presidente, desde a fundação, assistindo as atividades do Jinmonken por 11 anos, quando faleceu.

Em 28 de junho de 1975, Nakao teve morte súbita por ataque cardíaco em sua residência em São Paulo. Estava com 75 anos de idade. Havia recebido a “Medalha de Terceiro Grau da Ordem do Tesouro Sagrado” do governo Japonês em abril de 1969. ❁

 

 


Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 8.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CULTURA JAPONESA 8
Os pioneiros da história da imigração

Junho de 2018

Edição: Editora Jornalística União Nikkey Ltda. – Jornal Nikkey Shimbun
Publicação: Biblioteca Jovem de São Paulo

Biblioteca Jovem de São Paulo
Diretora: Lena Maki Kitahara
Colônia Pinhal, CxP 80- CEP 18230-000
São Miguel Arcanjo, SP

Redator-chefe: Masayuki Fukasawa
Autores: Koichi Kishimoto, Gota Tsutsumi, Masayuki Fukasawa, Shinji Tanaka
Tradução: Shintaro Hayashi
Revisão de tradução: Mitiyo Suzuki
Revisão português: Aldo Shiguti
ISBN: 978-85-66358-06-3

Todos os textos em português e japonês com furigana.

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