Cultura Japonesa Vol. 7 – Era Meiji – O reinado de Havaí, um paraíso roubado

A ERA MEIJI – os valores que dão forma às raízes do Japão atual

 

O reinado de Havaí,
um paraíso roubado

Ao rei Kalakaua, que almejava formar com o Japão uma “Aliança de Países de Mesma Etnia”, a elite branca ergue a bandeira da oposição.

 


Texto de Masaomi Ise

Referências: (1) Hawai, Samayoeru Rakuen (Havaí, o Paraíso Perdido) – Yumiko Nakajima, Tokyo Shoseki, 1993; (2) 20 Seiki Tokuha-in (Correspondente Especial do Século 20) – Massayuki Takayama e outros, Fosō Bunko, 2000

Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 7, de Fevereiro de 2018


 


Imigrantes japoneses na plantação de cana de açucar havaiana, no Ano 18 da Era Meiji (pintura em óleo sobre tela de Joseph Dwight Strong, 1885)

 

Este Capítulo – O reinado de Havaí, um paraíso roubado – descreve o processo da conquista gradual do Havaí pelos americanos, localizado em ponto estratégico ao comércio da região do Pacífico. Pelo mesmo processo, Cuba e as Filipinas passavam a integrar a área da hegemonia americana do Pacífico. Por pouco o Japão deixava de seguir idêntico destino. (Redação japonesa – Jornal Nikkey Shimbun)

 

O sonho secreto do rei Kalakaua

 

Kalakaua, rei de Havaí, chegou ao porto de Yokohama em março de 1881, durante sua viagem ao redor do mundo. A banda de música da marinha japonesa o recebeu tocando “Hawai’i pono’ī” (O povo de Havaí), hino nacional do Havaí. Diante da inesperada acolhida dos japoneses, e ouvindo em terras estrangeiras o hino nacional de seu país, por ele mesmo escrito, o rei não conteve a emoção e chorou.


Rei Kalakaua


No dia seguinte, foi de trem da estação de Yokohama até a estação Shinbashi, e se dirigiu ao Palácio de Akasaka Rikyū, residência na época do imperador. Ele se impressionou fortemente, ao ver que tanto o porto de Yokohama como a ferrovia eram administrados apenas por japoneses e “não se viam brancos em parte alguma”.

Na época, os brancos ocidentais haviam tomado posse de mais de 75% das terras do reinado de Havaí e também ocupavam os principais postos do governo. No Havaí, onde a noção de propriedade da terra era inexistente, as terras haviam sido adquiridas a preços irrisórios por eles, e para modernizar o país em defesa da independência, não houve alternativa senão colocar ocidentais nos postos principais do governo. Sem possuir imunidade à gonorreia e à varíola, trazida pelos ocidentais, a população havaiana se via em perigo, dizimada de 300 mil a 50 mil em 100 anos.

O rei alimentava um sonho secreto: aliar-se ao Japão e formar na região da Ásia e do Pacífico uma aliança de “povos da mesma etnia”, para impedir a expansão do poder dos estrangeiros e completar a independência de seu país.

 

O rei Kalakaua e o imperador Meiji

 

Na noite de 10 de março, o rei ludibriou os atendentes americanos que o acompanhavam, visitou secretamente o Palácio de Akasaka Rikyū em companhia apenas do intérprete japonês e solicitou entrevista ao imperador Meiji. O imperador estranhou a visita intempestiva no meio da noite, mas resolveu de qualquer forma atendê-lo.


Imperador Meiji


Após louvar a cultura tradicional japonesa e a prosperidade nacional, o rei lamentou as condições deploráveis em que seu país se achava, tanto no aspecto interno como no externo, e solicitou ajuda do Japão em três pontos: O primeiro, a realização da imigração japonesa. Pretendia com isso compensar a redução da população do Havaí com os imigrantes japoneses, pertencentes à mesma etnia. O segundo, o noivado da sobrinha, a princesa Kaiulani, que sucederia o trono, com o príncipe Sadamaro Yamanasinomiya (posteriormente Yorihito Higashifushiminomiya). E o terceiro, contribuir para o futuro desenvolvimento do Pacífico por intermédio da amizade entre Havaí e Japão.


Príncipe Yorihito Higashifushiminomiya

 

Princesa Kaiulani


A ação de Kalakaua pôs em alerta a classe branca dirigente do Havaí e o governo americano. O secretário de Estado James Blaine expressou a James Connolly, cônsul americano residente de Havaí, o seguinte ponto de vista:

“Por 30 anos, os Estados Unidos vieram conquistando por vias legais o controle do Pacífico Norte. Assim, não podemos permitir que a nossa influência seja reduzida por forças que se opõem a nós.”

Um relacionamento matrimonial entre as realezas de Havaí e Japão seria um ato hostil aos Estados Unidos. Passados apenas 14 anos desde que o Japão, sucumbindo à diplomacia dos canhões da frota de Perry, abrira o país e instaurara a Restauração de Meiji, o país não possuía ainda poder para enfrentar os Estados Unidos. No ano seguinte, o imperador Meiji despachava um enviado especial ao rei Kalakaua declinando polidamente a realização do noivado. Mencionava como motivos o fato de que “se tratava de um acontecimento sem precedentes na casa imperial”, e que “julgavam inconveniente a intromissão na esfera de influência dos Estados Unidos”.

Entretanto, em relação à imigração, após reiterados pedidos dos havaianos, concretizou-se em 1885 uma imigração oficialmente acordada. A recepção dada aos imigrantes à chegada deles em Honolulu contou com a presença do próprio rei. O saquê japonês foi servido, houve música havaiana e hula dance, e até competição de sumô. A imigração japonesa prosseguiu. No início do século 20, os japoneses e seus descendentes ocupavam 40% da população total do Havaí, a maior proporção em termos de participação racial.

 

O fim do reinado no Havaí

 

Com o intuito de coibir as ações do rei Kalakaua, o poder americano no Havaí elaborou em 30 de junho de 1887 uma nova constituição redigida por uma certa Comissão dos 13 Notáveis, e sob pressão do Honolulu Rifles, milícia armada organizada por brancos, impingiu-a ao rei Kalakaua para que fosse assinada dentro de 24 horas. Por essa constituição, todos os atos políticos do rei deveriam ser aprovados pelo congresso. A condição estipulada para o direito a voto, na eleição dos congressistas, era ser proprietário de terras, o que alijava desse direito dois terços da população, ou seja, muitos havaianos e quase todos os asiáticos. Esta constituição que o rei Kalakaua assinou sob a ameaça das baionetas ficou conhecida por “Constituição das Baionetas”.

Em janeiro de 1891, sucedendo o rei Kalakaua falecido por enfermidade, subiu ao trono a sua irmã, rainha Liliuokalani. Em 14 de janeiro de 1893, a rainha tentou promulgar uma nova constituição que concedia direito a voto também aos havaianos. No dia seguinte, milhares de havaianos se concentraram diante do Palácio Iolani e organizaram uma demonstração em apoio à rainha.

Neste ensejo, os brancos se mobilizaram para derrubar de vez a monarquia. O cônsul americano Stephens acusou, no dia 16: “Uma rainha sedenta de sangue e devassa está tentando ressuscitar a monarquia despótica”, e para “defender a vida e as propriedades dos cidadãos americanos”, fazia desembarcar mais de 160 fuzileiros navais do navio de guerra Boston, ancorado na baía de Honolulu, dominando as áreas próximas à sede do governo e ao Palácio de Iolani. Os canhões principais do navio Boston puseram o Palácio sob a mira.

Os brancos influentes estabeleceram um governo provisório, e a rainha abdicou para evitar derramamento de sangue. Em 1 de fevereiro, o cônsul Stephens aprovou manter o governo provisório sob proteção americana. A bandeira americana foi hasteada na sede do governo havaiano. O cônsul apelava a Foster, secretário de Estado, pela anexação do Havaí: “O fruto havaiano está maduro. A hora dourada para os Estados Unidos colhê-la é agora.”

 

Surgem os navios de guerra japoneses

 

No meio dessa confusão, ocorreu um incidente que assustou até o governo americano. O Japão, minúsculo país da Ásia, enviava navios de guerra. Dia 23 de fevereiro, o cruzador Naniwa, e cinco dias mais tarde, o Kongō, deram entrada na baía de Honolulu, um após outro, e ancoraram ao lado do Boston. No comando do Naniwa, achava-se o jovem Heihachirō Tōgō, que mais tarde comandaria a batalha naval do Mar do Japão e ganharia prestígio mundial por sua bravura.


Jovem Heihachirō Tōgō


A imigração japonesa, solicitada pelo rei Kalakaua, se iniciara em 1885, e até aquela data, atingira a cifra de 25 mil imigrantes. O motivo declarado do envio dos navios de guerra estava em “proteger a vida e as propriedades” desses imigrantes, mas dizem também que houve um pedido urgente por parte da rainha.

O Naniwa sequer prestou cumprimentos ao governo provisório. Correu também boatos de que funcionários próximos à rainha mantiveram longas reuniões secretas com o comandante Tōgō. Os jornais locais chegaram até a prever a possibilidade de o Japão aliar-se à Inglaterra e iniciar guerra contra os Estados Unidos. Provavelmente, os dois cruzadores japoneses impuseram uma muda pressão sobre os americanos.

O Naniwa permaneceu 3 meses no Havaí e regressou uma vez ao Japão, mas retornou um ano depois. O governo provisório lhe solicitou uma salva de 21 tiros, em homenagem ao “1º Aniversário da Fundação do País”, mas o comandante Tōgō se negou a atendê-lo, porque “não reconhecia essa necessidade”. Os navios de diversas outras nações ancoradas em Honolulu seguiram o exemplo de Tōgō, e o aniversário do golpe de estado, dizem até hoje, terminou em meio “a um fúnebre silêncio, como se celebrasse o luto pela morte do rei havaiano. “

Entre os havaianos, a história de que os navios de guerra japoneses vieram para lhes dar apoio é transmitida de geração a geração até hoje. Dizem que o nome Tōgō passou a ser dado às crianças, e que, em algumas regiões, “Naniwa” se tornou sinônimo de “obrigado”.

 

O paraíso roubado

 

Houve um erro de cálculo do governo provisório em relação ao presidente Cleveland, que tomava posse em 4 de março, logo após o golpe de estado. Ao contrário de Harrison, que o precedeu, Cleveland mostrava reservas quanto à anexação do Havaí. O emissário especial enviado por Cleveland recolhia a bandeira americana da sede do governo, ordenava aos soldados americanos que retornassem a bordo do seu navio, e além disso, reportava ao seu país que a revolução fora obra do cônsul Stephens e da elite branca de Havaí.


Presidente Grover Cleveland


No congresso, o presidente afirmava: “Havaí terminou possessão americana sem desejo ou concordância de ninguém, por força das armas americanas. A dominação militar americana de Honolulu é de todo injustificável.” E sugeriu auxílio ao retorno à monarquia: “Os Estados Unidos deverão empenhar seriamente todo o esforço para reparar, até mesmo para a salvaguarda da sua honra e justiça.”

O governo provisório, prevendo que levaria ainda um longo tempo até a anexação de Havaí, rejeitou a posição assumida pelo governo Cleveland como uma interferência na política interna do Havaí, alegando que as ações tomadas pelo cônsul e pelas tropas americanas não eram de responsabilidade do governo provisório. E escolheram propositadamente a data de 4 de julho de 1894, dia do aniversário da independência americana, para promulgar a nova constituição, dando início à República do Havaí regularmente constituída. Pelas condições para a obtenção do direito de voto, estipuladas na Constituição, o eleitor deveria possuir propriedades de valor, jurar que não apoiaria a volta do regime monárquico e saber ler e escrever em língua inglesa ou havaiana. Com isso, uma grande porção dos havaianos e quase todos os asiáticos – inclusive japoneses – eram alijados completamente do poder político.

No ano seguinte, em janeiro de 1895, partidários havaianos da monarquia tomaram armas e se rebelaram em grande número, mas foram contidos em 2 semanas. Liliuokalani não participara do movimento, mas foi aprisionada por crime de rebelião, por ter sido alegadamente encontrado, enterrado no jardim da sua residência, armas e munições. Após um ano de reclusão, jurou fidelidade à república, e assinou um juramento de que passaria o resto de sua vida em paz, como uma cidadã comum.

O “Aloha Oe” é composição de Liliuokalani. Essa célebre melodia composta pela sua última rainha, que canta a unidade do homem, da natureza e das divindades com melancólica doçura, terminou sendo uma elegia ao paraíso roubado.

 

A ameaça da “mongolização (expansão da raça amarela)”

 

Que atitude tomou o governo japonês e os japoneses e seus descendentes no Havaí, que constituíam 40% da sua população, diante dessas ações da elite branca?

O direito dos imigrantes japoneses à participação política, assegurada no Acordo de Imigração Japão-Havaí assinada na época do rei Kalakauea, havia sido negado pela “Constituição das Baionetas”. Assim, os nikkeis (japoneses e seus descendentes) concentravam suas atividades na recuperação desses direitos. O governo japonês também procurava conquistar aos nikkeis os mesmos direitos dos brancos entre outras reivindicações, evitando, contudo, ferir a sensibilidade dos americanos. O envio do cruzador Naniwa fazia parte desse processo.

Entretanto, a classe governante branca de Havaí considerava as reivindicações japonesas uma prova de ambição. Do ponto de vista dela, a ameaça da “mongolização” (expansão da raça amarela) do Havaí por imigrantes japoneses poderia se converter em perfeita alavanca para mover os Estados Unidos à anexação do Havaí.

E passou a negar desembarque aos imigrantes japoneses que chegavam pelo Acordo de Imigração, pretextando existir irregularidades nos procedimentos. Pretendia provocar propositalmente atritos com o governo japonês, e reunir apoio à anexação dentro dos Estados Unidos. O governo japonês despachou por três vezes o cruzador Naniwa para protestar contra a quebra do acordo e exigir do governo havaiano compensação por perdas e danos, e a promessa de não repetir, no futuro, essas ilegalidades. O governo havaiano adiava as negociações com os japoneses e levava à opinião pública a gravidade do “perigo que se aproximava do Japão”.

Em março de 1897, quando o presidente McKinley tomou posse, Hatch, o encarregado dos negócios residente nos Estados Unidos, se encontrou com o novo secretário de Estado John Sherman para transmitir o desejo de uma rápida anexação. Nessa entrevista, Hatch afirmou que se os japoneses do Havaí provocassem uma rebelião, o governo havaiano talvez encontrasse dificuldades em proteger a vida e os bens dos americanos, e denunciou: “A mim me parece que a crise do problema dos japoneses se aproxima rapidamente. Se não for tomada uma atitude decisiva a uma certa altura, estaremos entregando aquele país (Havaí) ao Japão.”


Presidente William McKinley


Por outro lado, Hirobumi Itō, primeiro-ministro na época em visita aos Estados Unidos, respondendo a uma entrevista de um jornal americano, declarava:

“A notícia de que o Japão pretende anexar o Havaí é destituída de qualquer fundamento. O que o povo japonês deseja é um tratamento igualitário, e que conste no acordo com o Havaí disposições nesse sentido.”

 


Hirobumi Itō


O Japão não estava em condições de confrontar os Estados Unidos nesse período, quando a pressão da Rússia estava crescendo.

 

Escaramuças da grande batalha vindoura
entre as
civilizações oriental e ocidental

 

A anexação do Havaí estava sendo suportada, dentro dos Estados Unidos, por uma facção que procurava a “supremacia marítima” americana, construindo para isso uma poderosa marinha de guerra e conquistando colônias. Essa facção tinha em Alfred Mahan, estrategista da marinha americana, sua coluna mestra. Mahan afirmava que a disputa dos imigrantes japoneses no Havaí não passava de escaramuças da grande batalha entre as civilizações oriental e ocidental prestes a eclodir, onde a questão principal era saber a quem pertencia o domínio da pedra angular do Pacífico, se à Ásia selvagem, ou se aos Estados Unidos, um país ocidental civilizado.


Alfred Thayer Mahan


Theodore Roosevelt, na época subsecretário da Marinha que se tornaria o próximo presidente dos Estados Unidos, escrevia uma carta a Mahan com o seguinte teor:

“Nós precisamos anexar o Havaí amanhã mesmo. Tenho a convicção de que devemos de qualquer maneira espalhar a bandeira americana em todos os lugares do Havaí antes que os dois navios de guerra encomendados pelo Japão à Inglaterra deixem esse país. Solucionaremos os probleminhas mais tarde. Devemos também construir com urgência o Canal de Nicarágua (mais tarde Canal do Panamá), produzir 12 navios de guerra e alocar a metade deles no Pacífico. Sinto que a ameaça japonesa é real.”

 

O surgimento do império marítimo americano

 

Em janeiro de 1898, quando a guerra pela independência de Cuba, então domínio da Espanha, se intensificou, os Estados Unidos despacharam o navio de guerra Maine a pretexto de dar proteção aos americanos residentes em Cuba. Ocorreu, entretanto, um incidente: o Maine explodiu de repente e naufragou no porto de Havana. Os americanos acusaram a Espanha de ter tramado esse incidente, e vozes se ergueram protestando: “Remenber Maine!” Imediatamente após declarar guerra contra a Espanha, Roosevelt enviou uma esquadra para as Filipinas, aniquilando a esquadra espanhola e ocupando o golfo de Manila.

Enquanto fortalecia entre os americanos a consciência da “guerra santa” contra Espanha, a opinião pública se erguia a favor da anexação do Havaí, para garantir uma base de suprimentos em Pearl Harbour, e em congresso de 7 de julho, a anexação foi aprovada.

Os Estados Unidos conquistaram a cessão de Puerto Rico e Guam da Espanha, dominaram militarmente a Cuba transformando-a na prática em protetorado americano. Além disso, sob o pretexto de “auxiliar o exército revolucionário” que pretendia a independência das Filipinas, levou-o a lutar contra a Espanha. Com a vitória dos revolucionários, firmaram um acordo de paz por conta própria com a Espanha transformando as Filipinas em colônia americana.

Em 1901, Roosevelt foi eleito o primeiro presidente americano do século 20. Depois, fez a República do Panamá se tornar independente da Colômbia, que se recusava a colaborar com os Estados Unidos, construiu o Canal, obteve o direito ao seu uso inaugurando-o em 1914. E com isso, os Estados Unidos surgiram no início de século 20 como uma poderosa potência imperial cuja área de influência se estendia desde a costa oriental americana ao Mar de Caribe, Canal de Panamá, Havaí, Guam e Filipinas. Bastava depois eliminar a “ameaça japonesa” para fazer do Oceano Pacífico seu mar interno.

 

 


Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 7

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CULTURA JAPONESA 7
Os textos foram extraídos do site de língua japonesa “Curso para a Formação de Japoneses da Geração Internacional”, e aqui traduzidos e publicados com a permissão do autor, Masaomi Ise. Estes tem por intuito expor de forma compreensível as peculiaridades da história e da cultura japonesas.

Edição: Editora Jornalística União Nikkey Ltda. – Jornal Nikkey Shimbun
Publicação: Biblioteca Jovem de São Paulo, de Fevereiro de 2018
Redator-chefe: Masayuki Fukasawa
Autores: Masaomi Ise, Yoshiyasu Irimajiri, Madoka (Sôen) Hayashi
Tradução: Shintaro Hayashi
Revisão de tradução Mitiyo Suzuki
Revisão português: Aldo Shiguti

Todos os textos em português e japonês com furigana.

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