Cultura Japonesa Vol. 7 – Era Meiji – Guerra do Ópio: porque Lin Zéxú foi derrotado

A ERA MEIJI – os valores que dão forma às raízes do Japão atual

 

Guerra do Ópio
Porque Lin Zéxú foi derrotado

 

Certo funcionário de alto escalão da China teria se referido à Inglaterra como “‘paiseco’ do tamanho de grão de ópio”. Quem, exceto Lin Zéxú, teria previsto que o grande império da China, centro do mundo, seria derrotado em guerra com essa Inglaterra? E por que Lin, e também a China, foram derrotados?

 


Texto de Masaomi Ise

Referência: (1) Jitsuroku Ahen Sensō (Narrativa Autêntica da Guerra do Ópio) – Chin Shushin, Chūkō Bunko, 1985; (2) Lin Zéxú – Tetsuo Horikawa, Chūkō Bunko, 1997

Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 7, de Fevereiro de 2018


 


Juncos chineses sob bombardeio britânico na Segunda Batalha de Chuenpee, Guerra do Ópio, em 7 de janeiro de 1841

 

Este Capítulo, Guerra do Ópio – Por que Lin Zéxú foi derrotado, toma por cenário o período posterior, da colonização da Ásia pela Inglaterra e pelas potências ocidentais.
A revolução industrial, que se espalhava da Inglaterra para a Europa Ocidental, deu asa à produção industrial em uma escala até então nunca vista na história da humanidade, e ao surto de desenvolvimento do capitalismo. Iniciava-se um novo arranjo – as colônias forneciam aos países desenvolvidos matéria prima para a industrialização, cujos produtos eram vendidos entre eles e para as colônias.
A moderna sociedade capitalista que persiste até hoje nasceu por volta dessa época. A Inglaterra e as nações da Europa Ocidental se apressavam em expandir o mercado desde a Índia para o sudeste da Ásia e para o continente chinês, pela necessidade que tinham de incrementar a exportação de seus produtos. Isso trouxe como consequência uma feroz disputa pela colonização, onde os Estados Unidos, que não possuíam bases na Índia e no sudeste asiático, chegavam atrasados.
Em 4 de julho de 1776, os Estados Unidos, que eram colônia da Inglaterra, declararam independência. E inspirados na tese do Manifest Destiny (Destino Manifesto), iniciaram a expansão territorial ao Oeste, concentrados que estavam até então na costa oriental do continente americano. O “Capítulo 10 – “Remember”: A trilha da marcha a oeste americana” descreve o padrão desse poderoso movimento de expansão territorial.
Algumas pessoas poderão estranhar quem sabe o fato de existirem em muitas localidades na costa oeste dos Estados Unidos, regiões identificadas por nomes evidentemente espanhóis, como por exemplo, Los Angeles, San Francisco, San Diego entre outros. Isso, porém é explicável, se entendermos que essa área pertencia à República do México até a primeira metade dos anos 1800. Os Estados Unidos conquistaram o extenso território abrangido pelos atuais estados de Texas, Califórnia, Nevada, Utah, Arizona e Novo México entre outros pela Guerra Estados Unidos – México.
Terminada a guerra em janeiro de 1848, minas de ouro foram eventualmente descobertas na Califórnia, dando início ao Golden Rush e ao surto de crescimento populacional da área costeira ocidental americana. O passo seguinte passou a ser “a conquista da Ásia, além do Pacífico”, e dois navios a vapor inteiramente negros da marinha americana surgiram nos mares de Urawa, no Japão, levando pânico ao país inteiro. (Redação japonesa – Jornal Nikkey Shimbun)

 

Prenúncios do fracasso

 

Em novembro de 1838, Lin Zéxú, governador da Província de Huguang, nomeado ministro inspetor (ministro plenipotenciário nomeado por imperador) pelo Imperador Daoguang, recebeu missão especial de extinguir o contrabando de ópio empreendido por comerciantes ingleses, e se dirigiu a Cantão. Ao partir, teria dito entre lágrimas:

 

“Vida ou morte a sorte o decide. Sucesso ou fracasso, os céus.” [1, pg. 145]

 


Lin Zéxú


Pressentira, quem sabe, o fracasso. O pressentimento se realizou, e uma pesada compensação monetária foi imposta ao império pela derrota na Guerra do Ópio, que teve de ceder Hong-Kong inclusive, passando após isso a ser presa das potências ocidentais.

Certo funcionário de alto escalão da China teria se referido à Inglaterra como “‘paiseco’ do tamanho de grão de ópio”. Quem, exceto Lin Zéxú, teria previsto que o grande império da China, centro do mundo, seria derrotado em guerra com essa Inglaterra? E por que Lin, e também a China, foram derrotados?

 

A intenção dos ingleses no contrabando do ópio

 

O chá que a Inglaterra importava na época da China era um artigo de primeira necessidade aos ingleses. Mas nada havia que os ingleses pudessem lhe exportar. Eles então voltaram a atenção ao ópio, produzido na Índia. Exportariam o ópio da Índia para a China, venderiam os produtos industrializados ingleses à Índia, e com os lucros obtidos, comprariam chá dos chineses. Um comércio triangular.

Isso provocou, porém, na China um surto de crescimento de viciados em ópio. Em 1838, os dispêndios com a importação do ópio superavam 14 milhões de ryo, ou seja, mais de um terço da receita anual da China de 40 milhões de ryo. Os gastos pesados de importação provocaram a evasão da prata. O consequente surto de valorização da moeda de prata elevou na prática os impostos levando os camponeses ao sofrimento.


Chineses se viciando em ópio, Século 18


O império chinês proibiu a importação do ópio, mas isso só serviu para elevar seu preço e aumentar os lucros do contrabando, que prosseguia sem interrupção. Bastava aos comerciantes ingleses e contrabandistas chineses pagarem 2% em produto a título de propina ao Departamento de Segurança chinês para que ele fizesse olho grosso. Além disso, a própria marinha chinesa se encarregava de dar proteção aos navios contrabandistas contra os piratas. Criou-se um esquema muito conveniente: – o Departamento de Segurança guardava a metade da propina em seus bolsos e apresentava a outra metade ao governo como prova da apreensão de contrabando.

Surgiu então na corte imperial em dificuldades a tese de banimento do ópio, quando Lin Zéxú apresentou relatório ao Imperador sugerindo medidas concretas a respeito. O relatório mereceu a atenção do imperador, motivo porque Lin, nomeado Ministro Inspetor, recebeu a missão de acabar com o ópio.

 

Início dos combates

 

“Por que razão vocês trazem ao meu país o ópio sequer consumido em seu próprio país, enganando as pessoas para lhes roubar fortuna, e prejudicando a vida delas?” [1, pg. 152]

 

Em 4 de fevereiro de 1839, Lin Zéxú impingiu uma carta nesses termos a comerciantes de ópio e lhes ordenou que entregassem toda carga de ópio que levavam. Charles Elliot, na época inspetor inglês de comércio internacional, recusou uma vez a cumprir a determinação, mas cedeu quando Lin tomou a drástica medida de impor bloqueio à empresa comercial inglesa de Cantão, e fez entregar a carga de 22.830 caixas de ópio que os ingleses transportavam para a China em seus navios comerciais. Lin fez queimar essa grande quantidade de ópio às vistas da multidão aglomerada, para lhe dar conhecimento da sua determinação de acabar com o ópio.


A destruição do Ópio pelas autoridades sob o comando do Comissário Lin em 1839


Em adição, Lin Zéxú exigiu a entrega de um juramento por escrito, declarando “não introduzir ópio no futuro na China; se houver contravenção, a carga será confiscada, admitindo-se a execução do contraventor.” Elliot recusou essa exigência e retirou até Macau todos os ingleses residentes em Cantão.


Charles Elliot


Em 27 de maio, ocorreu um incidente: na praia defronte a Hong-Kong, marinheiros ingleses que desembarcaram ficaram embriagados e agrediram um chinês, provocando sua morte. Imediatamente, Lin providenciou para que se exigisse de Elliot a entrega do criminoso às autoridades chinesas. Elliot recusou, alegando que o autor do crime era desconhecido, mas Lin suspendeu o fornecimento de víveres aos comerciantes ingleses que haviam se retirado para Macau. Elliot então se transferiu junto com mais 50 famílias inglesas para o bordo de navios cargueiros ingleses ancorados no mar.

Nisto, ocorreu a chegada do navio de guerra inglês Boresi, e em seguida, do Hyacinth, que contrariando a disposição de parte dos navios mercantes ingleses, desejosos de aceitar o juramento e restabelecer o comércio normal, começaram a bombardear os navios de guerra chineses e as fortificações em terra, em escaramuças repetidas. Entretanto, os chineses unidos sob o comando de Lin Zéxú passaram ao contra-ataque e expulsaram os ingleses ao alto-mar.

O Imperador Daoguang louvou a ação de Lin; “Estou profundamente impressionado”, disse ele.

 

O ataque dos ingleses

 

Na Inglaterra, o governo propunha ao parlamento o envio de tropas britânicas. O congressista Gladstone se opôs, declarando: – “Desconheço, e nem tenho lido sobre guerras cujas causas sejam tão injustas e que resultem em desonra permanente como essa.” Contudo, posta em votação, o custeio da guerra foi aprovado por 271 votos a favor e 262 votos contrários.


William Ewart Gladstone


Uma força expedicionária composta por 4 mil soldados, 16 navios de guerra, 540 canhões, e 32 navios de transporte e navios armados surgiu nos mares próximos à China em junho de 1840. Inicialmente, os ingleses isolaram a baía de Cantão, mas não encontraram brecha na defesa montada por Lin Zéxú. Por isso, seguiram para o norte e atacaram Dinghai nas proximidades de Xangai, e prosseguiram até Tianjin à distância de um grito de Pequim para entregar ao governo em Pequim uma carta do ministro das Relações Exteriores inglês. A Inglaterra exigiu a reparação do pagamento do ópio confiscado, desculpas, censura da ilha costeira etc. através desta carta.

A alta hierarquia da corte imperial convenceu o imperador alvoroçado a destituir Lin Zéxú – isso nem havia sido exigido pelos ingleses – com uma reprimenda: “Nada é mais grave que induzir a nação ao engano e causar sofrimento ao povo.”

 

Se a China tivesse fortalecido a defesa
e levado
a uma guerra prolongada…

 

Lin Zéxú previra com exatidão esta situação. Quando a frota inglesa surgiu em Cantão, escrevera à esposa:

 

“A frota inglesa surgiu agora nos mares da China, mas se constatar que nada poderá fazer contra Cantão, dirigirá com certeza seu ataque a outras províncias, cujos portos estão completamente desguarnecidos. Os governadores e inspetores dessas províncias, quando virem que a situação lhes é desfavorável, haverão de esfregar a culpa de tudo em mim, criticando-me por ter tomado decisões erradas que provocaram o ataque do inimigo. A mim não me restará senão submeter o julgamento à opinião pública.” [2, pg. 226]

 

O ataque inglês causara apenas uma pequena escoriação à China. Considerando a imensidão do território chinês e sua enorme população, dir-se-ia que a guerra apenas iniciara. Por outro lado, a tropa inglesa após a tomada de Dinghai, sofria baixa de 400 homens dizimados por malária e disenteria. Além disso, a reposição de soldados e o transporte de armas e munições da Inglaterra representavam um custo enorme.

Por cima, os comerciantes de diversos outros países cujas atividades haviam sido interrompidas por essa guerra, estavam indignados, e alguns até sugeriam trazer tropas dos seus países para combater os ingleses. Os ingleses estavam sem saída. Caso a China resolvesse fortalecer sua defesa e conduzir o conflito a uma guerra de atrição, o destino dos ingleses seria a derrota.

Em última resistência, Lin Zéxú relatava em carta dirigida ao Imperador:

 

“Os impostos alfandegários recolhidos em Cantão desde o início da Era Guangdong totalizam já 30 milhões de ryo em prata. Naturalmente, esse lucro deveria ser aplicado na defesa contra a invasão dos bárbaros estrangeiros. Creio que se tivéssemos aplicado um décimo desses impostos à construção de navios de guerra e canhões, poderíamos ter contido esses inimigos com facilidade. …. Atualmente, as diversas regiões de Cantão estão guarnecidas com sólida defesa, não dando espaço à infiltração estrangeira.” [2, pg. 230]

 

A derrota da China

 

Esta carta, entretanto, foi considerada pura baboseira e rejeitada. Para agradar os ingleses, Qishan, que sucedeu Lin Zéxú, dispersou todos os soldados voluntários juntados pelo antecessor e removeu as jangadas e correntes de ferro dispostas no porto para impedir a entrada de navios ingleses.

Qishan firmou acordo que incluía cessão de Hong Kong. O imperador, contudo, amainada uma vez a crise com a saída das tropas inglesas de Tianjin, resolveu endurecer, proclamando “não permitir cessões de território, seja por uma polegada”, e declarando guerra novamente à Inglaterra.

Cantão, agora com as defesas removidas, não resistiu sequer um instante ao ataque dos ingleses. Os 40 mil soldados de outras províncias enviados a Cantão, mesmo com os ingleses se acercando fora das muralhas, pilhavam as casas dentro das muralhas e se entregavam repetidamente a outras violências, obrigando a população a combatê-los. Além disso, muitos chineses tomavam o partido dos ingleses, servindo como observadores, como carregadores militares para arrastar seus canhões, incendiando navios chineses de transporte de soldados, até atacando as tropas chinesas.


Imperador Daoguang


Em 29 de agosto de 1842 o Imperador Daoguang não teve outro recurso senão concordar com o armistício, e o Tratado de Nanjing foi estabelecido. Hong Kong foi cedido aos ingleses, Cantão, Xiamen e outros cinco portos foram abertos à navegação, o ópio apreendido foi ressarcido, e prometido o pagamento de 21 milhões de dólares para compensar as despesas em que a Inglaterra incorreu com o envio da força expedicionária.


Pintura a óleo representando a assinatura do Tratado de Nanjing a bordo do navio de guerra britânico HMS Cornwallis


A autoridade do Grande Império Chinês caiu por terra, dando início à colonização parcial da China pelas potências ocidentais.

 

Por que a China foi derrotada?

 

Não resta dúvida de que, se as medidas políticas e de defesa executadas com sucesso por Lin Zéxú tivessem sido desenvolvidas em todo o território chinês, o banimento do ópio teria sido bem sucedido e as tropas inglesas repelidas.

Lin foi, entretanto, traído às costas pelos invejosos altos funcionários do império, que mais preocupados em priorizar a autoridade própria em detrimento da segurança nacional, controlaram o imperador a bel prazer. Igualmente culpados são os executivos regionais, que não apenas deixaram de trabalhar na defesa do país, ajudaram os contrabandistas de ópio e receberam propinas deles, assim como os soldados, que recebiam dos ingleses e trabalhavam para eles. Todos eles têm em comum a prioridade que deram à própria ganância, ou seja, a “interesse privado” em detrimento do país, isto é, do “interesse público”.

Essa prioridade dada ao que é “privado” em lugar do que é “público” se verifica também na própria atitude do Imperador Daoguang. Enquanto a tropa inglesa lutava na longínqua região de Cantão, o monarca assumiu uma postura enérgica, mas rendeu-se com facilidade quando se aproximaram de Pequim. Não há como evitar o julgamento de que tenha preferido a segurança própria à independência do seu país.

Em uma nação onde o interesse privado é priorizado por todos, desde o imperador e os oficiais regionais até os soldados, a defesa do “interesse público” de Lin Zéxú, não passou de um esforço isolado e também inútil. O próprio Lin tinha consciência disso, razão porque teria dito entre lágrimas: “Vida ou morte a sorte o decide. Sucesso ou fracasso, os céus.” Lin Zéxú, se ergueu para acabar com o ópio, sabendo que fracassaria e seria deposto. Foi um verdadeiro patriota, outra coisa não se pode dizer a seu respeito.

 

A Guerra do Ópio e a vinda de Perry

 

Perry chegou ao Japão 11 anos após o término da Guerra do Ópio. Como dissemos, ele intimidou nessa oportunidade os japoneses entregando-lhes bandeiras brancas, dizendo no ato que, se não concordassem com o pedido de abertura do país, haveria guerra, e o Japão seria obviamente derrotado, quando então deveriam fazer uso daquelas bandeiras brancas. Um perigo idêntico ao dos chineses chegava para os japoneses.

Nessa ocasião, Shōin Yoshida foi a bordo do navio negro americano com a intenção de absorver a tecnologia militar americana, decidido a expor nesse ato a própria vida. Em virtude das atividades devotadas de idealistas como ele, o Japão tomou resolutamente o caminho da Restauração de Meiji mesmo diante da aproximação das forças ocidentais conseguindo com sucesso construir uma nação moderna. Como resultado, obteve vitória na Guerra Russo-Japonesa. Tanto essa guerra como a Guerra do Ópio representaram confronto tanto da China como do Japão com o “sistema do mundo moderno”, mas com consequências bem divergentes, tanto do ponto de vista do histórico como do resultado.

Ocorreram conflitos agudos de opinião internamente, entre os adeptos da abertura do país e os do isolacionismo, ou entre os adeptos do imperador e os do xogum, mas tinham causa em divergências políticas, e ninguém entre eles procurou buscar a própria proteção vendendo seu país.

A devolução do governo ao imperador, realizada com extrema pureza e desinteresse por Yoshinobu Tokugawa, o último xogum, comprova que ele deu prioridade à unificação e independência da nação sobre interesses de natureza privada.

 

Uma prece desinteressada
desperta
o espírito do serviço público

 

Nariaki Tokugawa, senhor da suserania de Mito e pai do xogum Yoshinobu era consultor do xogunato e personagem de destaque na época da chegada de Perry. Expressou em verso seus sentimentos (tradução literal):

 

“Embora me ache em terras distantes, minha alma se volta à Casa Imperial;
Minha alma devotada ao Senhor não passa dia sem que retorne aos céus de Quioto.”

 

E sob os “céus de Quioto”, o Imperador Komei também compunha o seguinte poema (tradução literal):

 

“Navios estrangeiros ensombrecem esta minha alma, dia e noite preocupada com o bem-estar do povo;
Embora o meu corpo se mergulhe em águas turvas que não posso limpar, não deixarei que turvem a pureza do povo do meu país.”

 

O primeiro verso dá a entender a ameaça representada pelo navio negro à independência do país e à paz do povo, e também, a pesada intranquilidade que devia perturbar o Imperador. O segundo verso representa, quem sabe, uma prece de proteção aos milhões de súditos para que não fossem submetidos às agruras da escravidão como o povo dos países colonizados, mesmo que seu corpo se afunde em águas turvas que não conseguia limpar.

Preces desinteressadas como essas estavam no âmago da nação, acendendo o espírito de devoção ao interesse público entre os oficiais relevantes do xogunato e os idealistas humildes. Esse “interesse público” solitariamente abraçado por Lin Zéxú abundava no Japão tanto no governo como na oposição. Pode-se dizer que isso livrou o país da colonização. ❁

 

 


Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 7

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CULTURA JAPONESA 7
Os textos foram extraídos do site de língua japonesa “Curso para a Formação de Japoneses da Geração Internacional”, e aqui traduzidos e publicados com a permissão do autor, Masaomi Ise. Estes tem por intuito expor de forma compreensível as peculiaridades da história e da cultura japonesas.

Edição: Editora Jornalística União Nikkey Ltda. – Jornal Nikkey Shimbun
Publicação: Biblioteca Jovem de São Paulo, de Fevereiro de 2018
Redator-chefe: Masayuki Fukasawa
Autores: Masaomi Ise, Yoshiyasu Irimajiri, Madoka (Sôen) Hayashi
Tradução: Shintaro Hayashi
Revisão de tradução Mitiyo Suzuki
Revisão português: Aldo Shiguti

Todos os textos em português e japonês com furigana.

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