Cultura Japonesa Vol. 6 – Conferência Mundial Uchinanchu – Relatório das experiências vividas

GUERRA E MIGRAÇÃO – A diáspora de Okinawa

 

Festival Mundial Uchinanchu


SEKAI UCHINANCHU TAIKAI
Okinawa – Japão

 


Texto de Ana Maria Tamashiro Higa 

Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 6, de Setembro de 2017

 

2º Festival Mundial Uchinanchu em 1995 (Ana Maria Tamashiro Higa)

 

Meu nome é Ana Maria Tamashiro Higa. Nissei, natural de São Paulo – SP, filha de Matsuichi e Tomi Tamashiro, imigrantes oriundos de Okinawa, Japão.
Atendendo a pedido da Diretoria do nosso Kenjinkai, venho compartilhar com vocês algo gratificante: minhas participações no Uchinanchu Taikai.
Eu tive o privilégio de participar de 3 (três) Festivais realizados em Okinawa, Japão. Fui no 2º, no 5º e no 6º Festival Mundial Uchinanchu (uchinanchu quer dizer “pessoa com ascendência em Okinawa).

 

 

2º Festival Mundial Uchinanchu

 

O 2º Festival foi realizado de 16 a 19 de novembro de 1995. Um dos objetivos dos primeiros festivais era o de trazer os okinawanos e seus descendentes – sobretudo os que vivem em terras estrangeiras – para participação no evento e visita à terra de origem

Fui acompanhada de minha mãe, Tomi Tamashiro, e minha tia, Harue Miyagui. Fomos bem antes, pois tínhamos também a intenção de encontrar os nossos parentes. Eu, principalmente, queria conhecer a família do meu pai, Matsuchi Tamashiro, pois ele foi o único da família a emigrar para o Brasil.

A viagem é longa, muito longa… Parada em Los Angeles, Tóquio, e finalmente aeroporto de Naha, capital de Okinawa.

A chegada em Okinawa foi impactante, a emoção tomou conta do meu ser, a sensação foi de “como se um dia eu tivesse estado lá”. Um sentimento difícil de ser verbalizado, pois o corpo, a mente a sensibilidade emocional, tudo é muito intenso.

Com antecedência, pedimos para a família de minha tia que alugasse uma casa, no bairro onde elas nasceram, Sashiki son, para que pudéssemos ficar as três juntas. Era noite, muitos familiares nos aguardavam na casa. Fomos recebidas com muita alegria. O calor era imenso, lembrando os dias muito quentes do Brasil.

 


Fomos recebidas com alegria por muitos familiares (Ana Maria Tamashiro Higa)


 

Na primeira semana, praticamente, ficamos visitando os parentes da minha mãe, tios e muitos primos, a maioria morando ainda no bairro onde ela nasceu. Logo depois, começamos a visitar a família do meu pai, Matsuichi Tamashiro. Nós, descendentes de Okinawa, temos o costume de visitar, sempre em primeiro lugar, a casa do parente que tem o butsudan da família, para dedicar preces e osenkô aos nossos antepassados.

Nessa ocasião, tive a oportunidade de conhecer a ilha onde meu pai nasceu, Kourijima – Nakijin. É uma ilha bem próxima à ilha maior. Atravessamos de balsa, e eu fiquei observando a cor do mar, era de um azul bem forte, muito lindo. Ao desembarcar, uma forte emoção tomou conta do meu ser, uma coisa inexplicável, eu não pude me conter, chorei muito… Parecia que eu estava retornando para à minha terra. Acredito que, naquele momento papai estava junto de mim. Um filme passou pela minha cabeça, lembrei-me das coisas que ele contava sobre o local, fiquei imensamente feliz em conhecer onde ele nasceu, de colocar osenkô no túmulo da família. O pouco tempo que lá ficamos deu para sentir a reciprocidade da minha felicidade nos gestos, nas palavras e nos sorrisos de minhas tias. Ao afastar-me da ilha, de balsa, ficou muito marcado em minha mente as figuras de minhas duas tias que ainda residiam lá, acenando os lenços com as mãos, praticamente dançando… Eu olhando para a ilha e para minhas tias, enquanto a balsa se afastava… Esta cena vive até hoje entre minhas melhores lembranças. Acredito que jamais esquecerei!

 


Ilha de Kouri – Nakijin (Wikimedia commons)


 

Felizmente, tive a oportunidade de conhecer as quatro irmãs de meu pai, só não conheci seu irmão, pois ele morava em Osaka. Conheci muitos primos e senti uma grande empatia de todos eles.

Toda a família de meu pai nos recepcionou com um jantar no restaurante e depois no karaokê. Na despedida, senti muito em deixar aquela família, que é a minha família também… Meu coração ficou apertado, fiquei muito triste… E novamente chorei.

Quanto a minha participação no 2º Festival Mundial Uchinanchu (Sekai Uchinanchu Taikai), quando cheguei ao desfile encontrei alguns amigos e amigas que não via há muito tempo aqui no Brasil. Fomos nos encontrar na Avenida Kokusai dori, em Naha, foi muito curioso e divertido. O desfile é muito emocionante. Ver as pessoas aplaudindo as comitivas dos diversos países. O povo recebendo todas as comitivas com um “okaerinasai”, que quer dizer “bem-vindos de volta ao lar”.

 


2º Festival Mundial Uchinanchu em 1995 (Ana Maria Tamashiro Higa)


 

A abertura oficial foi realizada no Centro de Convenções, em Ginowan, local em que puderam receber os seus conterrâneos e descendentes. Muito bonito. O salão era imenso, no palco ficaram o governador, os políticos, os organizadores e os embaixadores da boa vontade de todos os países participantes. Na apresentação dos shows, o público vibrava muito. A canção tema deste festival, Katateni Sanshin wo, foi criado por um peruano uchinanchu, Alberto Shiroma, do grupo Diamantes. As pessoas ficavam envolvidas com a letra que fala da alegria de estar retornando à sua terra natal. Os participantes ficavam muito eufóricos quando era apresentado o seu país, ovacionando com seu “grito de guerra”. A sensação é de alegria, uma alegria contagiante, de difícil explicação por estar participando de um evento tão emocionante. O sentimento que vem é de orgulho – orgulho de ser uchinanchu!

A organização era perfeita, desde a recepção, a decoração com muitas flores, orquídeas lindas de todas as cores. Fora do centro tinha exposição e comidas típicas como o “satá andagui”, bolinho de chuva para nós, mas de um tamanho bem grande.

Durante o Festival, concomitantemente, aconteciam pequenos eventos de várias modalidades de esportes, encontros e festas nos Shi Cho Sons. São os encontros dos Shimanchus, que quer dizer pessoas conterrâneas, da mesma cidade, mesmo bairro, mesmo distrito. Nessa ocasião, tive oportunidade de participar com os shimanchus da minha mãe, que é natural de Sashiki son. Fomos muito bem recepcionadas com um jantar e show, além de homenageadas com presentes. Foi tudo muito lindo!

Na festa de encerramento do Festival, fomos recepcionados com um show, onde os países participantes apresentavam músicas ou danças típicas, seguido de buffet com grande variedade de comidas. Como ficamos todos muito misturados, era muito interessante você deparar com pessoas que fisicamente se parece com você, ou com algum familiar, sabendo que na realidade são todos estrangeiros: uchinanchus retornando a sua terra natal, ou descendentes que foram conhecer as suas origens. Às vezes – parecendo uma Torre de Babel – a gente via pessoas falando a língua de seu país, ou falando nihongo, e até mesmo uchinaaguchi. Mas, naquele momento, havia uma certeza, o coração de todos era de uchinanchu.

Terminado o Festival, fomos fazer turismo, tendo a oportunidade de conhecer Fukuoka, Hiroshima, Hakone, Quioto, Nikko e Tóquio. Também visitamos o Monte Fuji.

 

5º Festival Mundial Uchinanchu

 

Minha segunda participação foi em 2011, no 5º Festival Mundial Uchinanchu. Mesmo com os boatos, que corriam na nossa comunidade, de que o Festival poderia ser cancelado devido à tragédia, do “tsunami” ocorrido em Fukushima; o grupo da Seisonenkai da Associação Okinawa Kenjin do Brasil, liderado pelo Sr. Tetsuo Shinzato, foi se preparando para a viagem.

O grupo estava muito entusiasmado, a maioria estava indo pela primeira vez, inclusive o meu marido, Sergio Higa. O encontro com outros grupos no aeroporto de Cumbica-Guarulhos, nos deixavam muito eufóricos, pois todos tínhamos um só destino – Okinawa – participar do 5º Festival Mundial Uchinanchu. Nesse ano, foram mais de 1.200 pessoas do Brasil.

A viagem como sempre, muito longa. Paramos em Toronto, onde aproveitei para visitar minha filha e genro, que residem em Mississauga, no Canadá, enquanto o grupo fazia um city tour. Quando chegamos a Narita, embarcamos rumo a Okinawa.

À medida que chegava, o coração já ia batendo cada vez mais forte. É uma sensação inexplicável, um sentimento que mistura alegria, bem-estar, saudade, lembranças… Que felicidade estar novamente em Okinawa!!!

Fomos recepcionados no aeroporto pelo sensei Sr. Tokuichi Nishihara e comitiva que, com muita simpatia e alegria nos receberam com bandeiras do Brasil e uma faixa com os dizeres “Bem-vindos – Mensoree”.

Ficamos todos no mesmo hotel, o contentamento era geral. Nos cafés da manhã, tínhamos oportunidade de encontrar uchinanchus de outros países e também aqueles que atualmente moram em outras províncias do Japão, mas que, naquele momento, estavam lá para participar daquele evento tão grandioso.

Era dia 12 de outubro, quando fomos ao desfile na Avenida Kokusai Dori, em Naha. Estávamos desta vez, todos usando uma camisa de cor amarela, com estampas brasileiras e identificação nas costas – Brasil. Ela foi criada por uma designer brasileira-uchinanchu, e foi confeccionada pelas agências oficiais, conjuntamente com a AOKB. Foi tudo muito bem organizado. Recebemos a camisa, o crachá pessoal e também o crachá com nome do hotel, sendo avisados de que podíamos utilizar ônibus e monotrilho gratuitos.

Primeiramente nos concentramos no pátio de um colégio, juntamente com todos os países participantes. A comissão organizadora do Festival, já ia encaminhando cada país a seguir para a avenida. Nós, brasileiros, saímos com várias faixas de saudações e agradecimentos da comunidade uchinanchu do Brasil; faixas que tinham a largura da rua. Muitos participantes ainda seguravam bandeiras e bandeirolas do Brasil.

O desfile do Brasil é sempre muito esperado, pois a alegria vem misturada com o samba brasileiro, tocado por uma pequena bateria formada por brasileiros e japoneses e também com passistas japonesas. A alegria é total! Vocês não imaginam a emoção de estar lá, desfilando. As pessoas que vão assistir nos cumprimentam dizendo “okaerinasai”. O sentimento que vem é de que, realmente, você está voltando à sua terra. Lágrimas corriam na minha face… Momentos indescritíveis!

 


Desfile de participantes do Brasil


 

A abertura oficial desta vez foi no estádio Okinawa Celular Stadium, em Naha. Ao redor do estádio eles fazem uma Feira Mundial, onde são vendidos artesanatos, comidas e bebidas típicas. Como sempre, muito bem organizado. Na recepção, à entrada do estádio, fomos recepcionados e ganhamos uma sacola com presente do governo e também sacola com brindes e revistas. Depois já encaminhavam mostrando a ala destinada ao nosso País. A camisa amarela dava um destaque muito especial para os brasileiros.

Nessa abertura o que me chamou muita atenção foi a participação de jovens estudantes, principalmente tocando taiko. Inclusive a cantora que cantou o tema do Festival também era bem jovem. O show trazendo artistas famosos de Okinawa, como a Banda Begin, fez o público vibrar muito. Estar lá parecia um sonho!

Como acontecem muitas coisas ao mesmo tempo, durante o período do Festival, é impossível querer participar de tudo. Tive a oportunidade de assistir um concurso de Eisá (Taiko), que acontecia ao lado do estádio. E fiquei muito feliz em ver a apresentação do grupo brasileiro Requios Geinou Doukokai que, concorrendo com vários grupos de outros países e de muitos grupos de Okinawa, conseguiu se classificar em 3º lugar.

 


Um dos momentos do Festival Mundial Uchinanchu


 

O Festival já estava quase no fim, deixando-nos com vontade de quero mais… Nesse dia, o nosso presidente da AOKB-CCOB, Sr. Shinji Yonamine, fez o encerramento, tanto no idioma japonês, como em uchinaguchi (língua de Okinawa), o que nos deixou muito orgulhosos.

 


Musical da cerimônia de encerramento


 

Então começou o show de pirotecnia, que por sinal, foi muito lindo! Sabíamos que o sonho logo se acabaria. Mas, como é de praxe em toda festa de uchinanchu sempre termina com o famoso katchashi, onde todos dançam.

Terminado o Festival, fomos passear em Osaka, Quioto, Nara e Tóquio.

 

6º Festival Mundial Uchinanchu

 

Em 2016, embora o Brasil estivesse passando por uma fase difícil, econômica e politicamente, eu e meu marido fizemos um esforço, e fomos novamente para participar no 6º Festival Mundial de Uchinanchus.

Desta vez, fomos com um grupo de amigos, entre eles o atual presidente da AOKB-CCOB, Sr. Eiki Shimabukuro e a presidente do Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social) Sra. Harumi Arashiro Goya, com quem fomos conhecer o Sudeste Asiático (Tailândia, Camboja e Vietnã). Do Vietnã, Harumi san foi para Tóquio fazer uma palestra. O nosso presidente, Shimabukuro san, juntamente com a comitiva brasileira, foram recepcionados no Aeroporto de Naha, pelo vice-governador, Ishou Urasaki, autoridades políticas, pelo cônsul honorário do Brasil, Prof. Tokuichi Nishihara e jornalista.

Estar novamente em Okinawa é uma benção! É maravilhoso! Parece que a cidade de Naha fica muito pequena para tantos visitantes, só do Brasil, acredito que foram mais de mil pessoas.

Aproveito para reencontrar os meus parentes, o que sempre é carregado de grandes emoções. Desta vez, fiz uma carta para eles, escrevendo um pouco da nossa família, principalmente do meu pai, a fim de que sua história de vida também fosse de conhecimento dos seus familiares. Foi muito bom rever os meus familiares, pois, embora estejamos morando em países diferentes, o sangue que corre em nossas veias é o mesmo. Digo sempre para eles que: sou brasileira, mas meu coração é uchinanchu!

Parece mentira… Participar do desfile que antecede a Abertura oficial do Festival é contagiante! O número de pessoas que vem à avenida para assistir o desfile, a cada festival aumenta mais. Assim como a nossa emoção aumenta a cada vez que pisamos em Okinawa, aumenta também cada vez que desfilamos na Avenida Kokusai Dori. Nós, brasileiros, desfilamos ao som do samba tocado pela bateria, seguidos por meninas japonesas dançando. Portanto, sambamos, e, ao mesmo tempo, movimentamos as nossas mãos como se estivéssemos dançando o katchashi na avenida. As pessoas queriam nos tocar, nos abraçar, outras gritavam “okaerinasai”. É muito emocionante!!! Desta vez, fui até entrevistada por uma emissora local, enquanto desfilava, segurando com uma mão a faixa da Associação Okinawa Kenjin do Brasil, com outros diretores da entidade e com a outra mão fazendo movimentos de dança de Okinawa.

 


Desfile do 6º Festival Mundial Uchinanchu (Ana Maria Tamashiro Higa)


 

A abertura do 6º Festival Mundial Uchinanchu, foi feita pelo governador de Okinawa Sr. Takeshi Onaga, pelo presidente da Assembleia e em seguida o nosso presidente da Associação Okinawa Kenjin do Brasil e Centro Cultural Okinawa do Brasil, Sr. Eiki Shimabukuro, fez a abertura representando todos os Okinawa Kenjikai estrangeiros, falando em uchinaaguchi (língua de Okinawa), depois em nihongo. Nós, brasileiros, ficamos muito emocionados e orgulhosos, pois ele foi bastante aplaudido pelo público presente.

Também desta feita, a abertura foi impactante. Houve apresentação de centenas de pessoas tocando sanshins (viola típica de Okinawa), tocaram a música Kagiyadefu, que é tocada em todas as aberturas de festas, desde os idos tempos do Reino de Ryukyu. O show com os cantores famosos, a apresentação da música que foi o tema do Festival: “Yui (laços) – Chegando ao coração” deixaram o público emocionado.

Desta vez, participei da festa dos shimanchus dos pais de meu marido, que eram de Okinawa shi. Fomos muito bem recepcionados com um jantar e show espetacular, onde os atores representaram a História de Okinawa. Ficamos imensamente tocados, pois retrataram muito bem os acontecimentos vividos pelo povo. Foi emocionante!

Tive também a oportunidade de assistir ao “Desfile Real de Ryukyu”, na Avenida Kokusai Dori. Foram centenas de pessoas se apresentando com trajes típicos da realeza, moças vestidas com trajes de dança (buyo), pessoas tocando sanshin, exibindo movimentos de karatê… Tudo dentro dos padrões japoneses: super organizados e ensaiados. Muito lindo!

O encerramento foi carregado de múltiplas emoções. As autoridades agradeceram a todos pelo grande espírito uchinanchu que todos carregam em seus corações. Nós, brasileiros, fomos surpreendidos com o discurso da Karina Satomi Matsumoto, brasileira, atual presidente do Urizun (Associação dos ex-bolsistas) que falou em nome das Próximas Gerações. Esse momento eu a descrevo como uma “grande mulher”, falando da identidade uchinanchu e de como as novas gerações têm a responsabilidade de realizar um trabalho para transformar o mundo num lugar melhor. Grande Karina!

Nesse dia 30 de outubro, realizou-se a Declaração do Dia Mundial do Uchinanchu, pelo governador de Okinawa, Takeshi Onaga, e seus mentores: Andrés Higa (argentino) e Tadashi Andrés Ysa Urbina (peruano), hoje residentes em Nago-Okinawa.

O 6º Festival terminou com um grande show de cantores famosos como Alberto Shiroma e sua banda Diamantes e Banda Begin. E como não podiam faltar, houve o belísimo show pirotécnico e o contagiante katchashi, onde todos dançaram com um misto de alegria e tristeza, pois sabíamos que o próximo só daqui a cinco anos.

Meu coração diz que estarei lá… Se Deus quiser! ❁

 

 


Capítulo extraído do livro Cultura Japonesa Volume 6

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Cultura Japonesa – Vol. 6
Guerra e migração – a diáspora de Okinawa

Edição: Editora Jornalística União Nikkey Ltda. – Jornal Nikkey Shimbun
Publicação: Biblioteca Jovem de São Paulo – Setembro de 2017
Autores: Masaomi Ise, Akira Miyagi, Vanessa Shiroma Tinem, Ana Maria Tamashiro Higa, Masayuki Fukasawa
Tradução: Shintaro Hayashi, Arnaldo Massato Oka (cap.5)
Revisão tradução: Mitiyo Suzuki
Revisão português: Aldo Shiguti
ISBN: 978-85-66358-03-2

Todos os textos em português e japonês com furigana.

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