Como os clubes e academias fazem para sobreviver??

(Divulgação)

Muito usado no tênis de mesa, este modelo de negócios pode ser adaptado para outros segmentos, principalmente para os abnegados e aqueles movidos pela paixão por alguma modalidade; mas adianto que nem sempre o resultado é garantido e satisfatório, pois o sucesso pode demorar muitos anos.
No cenário atual, um empreendimento tem mais chance de falhar do que virar, se não tiver um bom estudo para, pelo menos, o clube se manter e pagar seus custos fixos.
Com o “BOOM” da modalidade em 2019, antes da pandemia, vários grupos abriram suas academias e escolas de tênis de mesa, das mais diferentes maneiras:
1-Locação particular
2-Implantação num clube
3-Acordo de arrendamento
4-Juntar com a Prefeitura local
Cada local, tem sua história, sua origem, o motivo da criação e a ousadia do seu investidor, mas eu acredito que o objetivo dos dirigentes e uma boa administração faz com que ela possa lotar.
Por ser um profissional do tênis de mesa, acompanhei e posso citar vários que tiveram sucesso nesta empreitada de locação particular: Fair Play em Sorocaba SP, Match Point na capital SP, Life Pong no centro SP, Master Pong em São Jose dos Campos, Street Pong em Maringa-PR.
A grande vantagem é que eles não dependem de ninguém, tem donos e são privados.
Para implantação num clube, depende muito do poder politico do incentivador, pois o tênis de mesa ainda não conquistou seu espaço merecido, dentre outros esportes. Somos esquecidos se tiver que optar.
No acordo de arrendamento, também é necessário convencer os líderes, que o espaço esta ocioso, sem movimentação, com falta de frequência e assim poder trazer mais jovens com a esta inovação.
Juntar com a Prefeitura, desde que conheça os caminhos burocráticos, trata-se do investimento mais barato, pois eles tem locais e verba para instalar os equipamentos, porem nas mudanças de liderança do governo, podem perder esse apoio.
A gente acredita e torce para que o quadro melhore, pois todos os espaços para a pratica do tênis de mesa, hoje estão fechados. No clube Itaim Keiko JJYamada (cerca de 150 associados pós pandemia, antes eram 250), tivemos muita sorte de contarmos com inúmeros bons alunos e frequentadores, que pagaram antecipadamente 2 anos, para podermos seguir firme e fortes, e também outros que mesmo sem aulas, continuam contribuindo com a associação; pelo visto vamos dar continuidade aos 38 anos de vida por mais anos, enfrentando a Covid-19.

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