ARTIGO > Bruno Mori: Associativismo, novos mercados e mudança de paradigmas

*BRUNO OMORI

Defendo a tese que o associativismo consiste na união de pessoas, empresas ou entidades, com objetivo de criar de forma poderosa, sinérgica, coletiva, conectada e planejada, estratégias consolidadas para defender e desenvolver um segmento, função ou missão.
Se analisarmos a crise política e econômica do Brasil por causa da pandemia que afetaram a produção, rentabilidade e fechamento de centenas de milhares de empresas, com a queda expressiva dos postos de trabalho, além da incerteza em relação a possíveis investimentos, onde ainda vivenciamos uma triste batalha política entre os poderes executivo, legislativo e judiciário ao invés de criar união para encontrar soluções na área da saúde e economia.
Podemos agregar as demandas crescentes da sociedade com a interação das gerações dos Baby Boomers, com a “X,” “Y” e Milenium cujas expectativas em relação aos serviços, os atendimentos e demandas são divergentes e ao mesmo tempo convergentes, não necessariamente somente em relação a faixa etária e sim sobre suas expectativas criadas em seu comportamento como consumidor; somados a uma inversão de alguns valores da sociedade como a falta de respeito aos professores, a corrupção e descuido do bem público ou mesmo com a apologia a drogas e de temas que destroem a sociedade; e que finalmente com as constantes evoluções tecnológicas especialmente na comunicação que geram um número quase ilimitado de informações na internet e mídia sociais, onde as organizações públicas e privadas e as pessoas tem dificuldades em transformar em dados confiáveis e estratégicos para tomada de decisões em suas vidas ou mesmo no mundo corporativo.
Neste contexto, podemos afirmar que o mercado corporativo, o governo e a
coletividade em geral precisa de forma incontestável da demanda de renovar e inovar nos pensamentos das lideranças e da forma de fazer política com responsabilidade, com ética e lisura, especialmente neste momento de pandemia.
Desta forma precisamos fortalecer e exercer o associativismo e quebrar paradigmas, com a união dos pensamentos, estratégias, lideranças, filosofias e forças, para que seja possível que a sociedade Paulista e Brasileira tenha a capacidade para enfrentar os desafios, novas tendências culturais, tecnológicas e sociais, pós-pandemia.
O momento atual exige que sejam propostas novas agendas e planejamento para o crescimento e desenvolvimento do nosso País, com novos mercados como o de Cassinos e Jogos que se aprovados podem gerar mais de US$ 70 bilhões de investimentos internos e externos ajudando a aquecer a macroeconomia; assim como o retorno dos eventos formais como feiras, congressos, incentivos e reuniões que estão com todos os protocolos de saúde desenhados, prontos e testados, para como
exemplo ser mais seguro participar de um evento do que ir ao supermercado, e seu retorno gerará o retorno de movimento do mercado corporativo e do social que geram mais de R$ 350 bilhões de receita e proporcionam trabalho e renda para mais de 25 milhões de brasileiros.

Bruno Omori (divulgação)

*Bruno Omori é presidente do IDT-CEMA (Instituto de Desenvolvimento, Turismo, Cultura, Esporte e Meio Ambiente)
Contato: www.idtcema.com.br ou bruno@idtcema.com.br – –
https://br.linkedin.com/in/brunoomori

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