SILVIO SANO > NIPÔNICA: Corona Vírus?! Creolina nele, oras!

Como afirmei, por minhas primeiras Nipônicas do ano, a impressão é a de que, neste, vim para botar pra quebrar, né. Mas, não! Até já justifiquei. Por mais que meus temas tenham caráter polêmico… eu não o tenho! Trago-os apenas para refletirmos a respeito.
O formato do título é apenas marketing para induzir o leitor a lê-la… e também não é minha invenção. Os jornais populares que o digam.
E por que a creolina? Porque, apesar de leigo, não entendo a razão de pesquisadores e indústrias farmacêuticas (essas, entendo… rs) não a incluírem em suas pesquisas relativas?
Comecei a refletir sobre isso desde quando, recentemente, ouvi a respeito, de um amigo, e que me ilustrou com exemplos reais, cuja consequência foi o produto sumir do mercado na região do interior, onde mora.
Antes, deixo claro que não sou do tipo que fica alastrando soluções milagrosas por toda parte, mesmo tendo razão para uma, no caso do Noni, que logo após um primo toma-lo curou-se de um problema que nenhum médico estava conseguindo resolver. Nesse caso não o faço porque, mesmo leigo, sei de coisas que nosso mal usado subconsciente é capaz de induzir a certas pessoas… rs.
Com a creolina é diferente! Apesar de chocado no primeiro instante ao ouvi-lo, nada do que contou me surpreendeu porque desde criança conhecia seus efeitos. Apenas nunca imaginara associá-la à cura, por exemplo… do câncer!
Quem é do interior rural a conhece bem. Um animal se feriu? Creolina na ferida dele! No dia seguinte está cicatrizada! As crianças vão brincar no quintal cimentado? Vamos lavá-lo antes com… creolina. Diarreia, dor de dente? Creosoto! Opa?! Sim, creo… soto! Um remédio que a continha (?).
Dentre os exemplos dele, cito dois. O de um amigo já condenado pelo médico, por câncer na próstata que, depois… após refazer exames, o próprio médico não quis acreditar; e o de um cão muito doente, com pelos caindo e o focinho muito machucado, recomendado a sacrifício, mas que também… depois, o veterinário se portou igual ao médico.
Apenas por esses exemplos e razões, já não bastaria, ao menos, pesquisarem nesse sentido?!

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