SILVIO SANO > NIPÔNICA: Agora, o Paulistão… para reflexão!

(Continuação)
Uau! Estou bom de previsão. Acertei que Sayuri ganharia o Grand Prix do Paulistão neste ano e também que, ao escrever a Nipônica anterior, receberia apoios, mas também apupos… rs. Isso porque, por achar que o escopo é de interesse do meio karaokê, principalmente da entidade maior, UPK, que o regulamenta, resolvi postá-la também nos grupos zaps relativos, dos quais faço parte. De imediato, recebi sinais positivos, curtidas e, a seguir, os comentários… prós e contras.
Um dos contra, até chegou a insinuar que eu a escrevera por estar chateado com algo. “Por que chateado se acertei quem venceu?”, respondi-lhe. Daí, reconheceu que apenas trouxera à reflexão o que chegou a meus ouvidos, em prol do próprio karaokê.
Mas paro por aqui porque preciso arrematar a Nipônica anterior, por mais reivindicações para que a UPK tome conhecimento, convoque seus praticantes, debata-as e chegue a um consenso.
Começo pela do “evento voltar aos três dias”. A essa, no ato, dei minha opinião, contrária… pelo simples motivo de se tratar de ocorrência estadual e rotatória, com realizações cada vez em uma cidade do Estado. Um evento desse porte, no aspecto turístico e econômico, é sempre bom à cidade onde ocorre por atrair turistas, mas ruim à qualidade do evento porque alguns bons cantores, por não poderem se disponibilizar dos três dias (devido a trabalho ou despesa com estada) acabam nem se inscrevendo às eliminatórias. De qualquer forma… à UPK pesar na balança.
Outra, ligada aos “mesmos de sempre”, queria yosens (seletivas) no próprio Paulistão (como antes) para, ao menos, “esquentar” as disputas entre os “não mesmos”… em busca de classificação às finais. Mas também discordei, alegando que seletivas devam ser feitas via regionais e que no Paulistão deveria haver só finais, mas com menos cantores por categoria.
Isso não reduziria o público? Acho que não! Senão o auditório de alguns shows no Bunkyô não ficaria lotado… de cantores que gostariam de estar lá, além de considerar que o Paulistão não deva ser só grandioso, mas também virtuoso.
Né, não?!

(Continuarei?…)

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