Shinzo Abe visita Emirados Árabes Unidos

Tenho acompanhado através da mídia, a viagem do primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, ao Emirados Árabes Unidos.

A viagem do premiê do Japão, tem como principal objetivo, abrandar as tensões e os conflitos no Oriente Médio.

Eu, Erika Tamura, tenho interesse pessoal nesse abrandamento de conflitos. Pois viajo semana  que vem ao Brasil, via Dubai! Senhor, me ajude!

Brincadeiras à parte, vejo uma preocupação real por parte do governo japonês com a probabilidade do conflito atual, tomar proporções maiores, e se tornar algo incontrolável. Me pergunto, como em pleno ano de 2020, os líderes de nações ainda pensem em guerra, armamentos nucleares, fortalecimento de indústrias bélicas, para quê?

Estamos vivendo o retrocesso, é isso?

Sou brasileira, vivo no Japão e sou admiradora da cultura árabe, especificamente dos Emirados, tanto é que fui passear duas vezes no Emirados (Abu Dhabi e Dubai). Sou fã declarada do Abe e do Sheik Zahyed, e hoje vi o vídeo que o Sheik Mohamed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi, postou em sua rede social (sim, eu o sigo no Instagram, não entendo nada, mas o google tradutor me ajuda), recebendo o primeiro ministro do Japão. Emocionante!

Fico muito feliz em ver que o governo japonês está preocupado com conflito entre Estados Unidos e Irã, e tem se empenhado em tentar apaziguar qualquer ameaça ao Japão.

No encontro do Abe com o Sheik Mohamed Zayed, ficou claro a preocupação de ambos com a crescente tensão e, combinaram de trabalhar de forma conjunta para diminuir as tensões no que for possível.

Abe declarou que enviou tropas de autodefesa para a região, como forma de garantir uma navegação segura aos navios japoneses.

Acho que a preocupação de Abe, vai além das tropas de defesa, ou uma iminente guerra, o Japão depende exclusivamente do Irã para o fornecimento de petróleo ao país, entre outras coisas.

O Japão é um país que já passou por guerra, e ultimamente tenho lido muito à respeito, e diante os relatos, posso dizer que estou horrorizada. Crueldade é o mínimo que posso dizer sobre tudo o que li.

Estou preocupada? Sim, estou! Sou brasileira, venho de um país de paz, despido de qualquer indisposição conflituosa no exterior.

Vai dar tudo certo, Erika!

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