PANDEMIA: Instituto Oniki busca ajuda para não encerrar suas atividades

(Divulgação)

Considerada uma das tradicionais escolas técnicas de massoterapia do país, a Oniki busca ajuda para não encerrar suas atividadades. Mantida pelo Instituto Oniki – entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo a formação profissional na área de massagem terapêutica oriental –, idealizada e fundada pelo professor Ijichiro Oniki – já falecido – em 1990 e autorizada pela Secretaria do Estado da Educação, em fevereiro de 1993, a escola é especializada em ministrar técnicas de massagem para os deficientes visuais e para as pessoas de visão subnormal.
O professor Oniki, que também era deficiente visual, tinha como meta oferecer condições para que os seus alunos (deficientes visuais), adquiram, independência financeira através do próprio trabalho – a escola, oferece também o curso de massagem para as pessoas não portadoras de deficiência visual.
O Instituto Oniki tem dois pilares fundamentais: a Clínica e a Escola Técnica de Massoterapia. O Curso Técnico é voltado, principalmente, para deficientes visuais, para que tenham independência financeira, através do próprio trabalho. Já a clínica conta com massoterapeutas profissionais, exclusivamente com deficiência visual, dando oportunidade de atuação imediata no mercado de trabalho, logo após sua formação.

Na Feirinha da Liberdade – Além da clínica, localizada na zona Leste de São Paulo, a escola tem planos especiais para empresas e já é conhecida também pelo público que frequenta a Feira de Arte, Artesanato e Cultura da Liberdade, a tradicional feirinha da Liberdade – como é mais conhecida – que acontece todos os sábados e domingos na Praça da Liberdade-Japão.
Segundo a atual presidente do instituto, Yuko Oniki, que também é filha do fundador, desde sua fundação, a escola já formou mais de mil profissionais, entre eles cerca de 300 deficientes visuais. Yuko explica que todos os deficientes visuais ganham uma bolsa de estudo. No entanto, ela explica que, em função da pandemia, está difícil manter as contas em dia.
Por enquanto, Yuko conta que tem procurado honrar todos os compromissos, mas sem recursos financeiros, fica impossível pagar os salários dos dez funcionários registrados – incluindo três professores, além dos massoterapeutas profissionais.

Campanha – Desde que a quarentena teve início, os atendimentos na clínica e as aulas na Escola Técnica estão suspensos. E todo esse trabalho iniciado por seu pai e sua mãe, Junko Oniki, corre o risco de encerrar suas atividades.
Para manter suas portas abertas, o Instituto lançou uma campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) na Kickante. A meta é arrecadar R$ 80 mil até o final da campanha, no dia 22 de julho. As contribuições vão desde R$ 20,00 até R$ 380,00.
“Queremos muito continuar esse trabalho”, diz Yuko Oniki, lembrando que, antes da pandemia, a clínica atendia, em média, dez pacientes por dia.

Serviço – Quem quiser contribuir e ajudar para que o Instituto Okini continue desenvolvendo seu trabalho, basta acessar: https://www.kickante.com.br/campanhas/escola-tecnica-oniki-nao-pode-fechar.

Outra forma de ajudar é fazer um depósito bancário de qualquer valor em nome do

Instituto Oniki do Brasil
Banco: Itaú Unibanco (341)
Agência: 0452
Conta Corrente: 33.890-8

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