NIPÔNICA=Fuga de presos do PCC, no Paraguai… e eu!

Opa?! Terceira Nipônica seguida, com ar de… polêmico? Não, novamente!

Mas começo por deixar bem claro que nada tenho a ver com a fuga e que não tenho vínculo algum com essa facção criminosa. Eu, héim! A referência foi apenas porque, ao saber que criminosos ligados a ela fugiram de uma prisão daquele país localizada bem próximo à nossa fronteira, mais precisamente em Pedro Juan Caballero, cidade conurbada com a nossa Ponta Porã (MS), fui remetido a quando estive em ambas, há 44 anos!

Como os detalhes da fuga estão em toda a mídia escrita, falada e televisiva, e reforçando que não tenho nada com isso… rs, vamos à minha explicação.

Pois bem, estive lá em 1976 porque, três meses antes, tendo encerrado minha bolsa-estágio no Japão, decidi retornar ao Brasil de mochila nas costas, passando por vários países. O Paraguai foi o décimo quinto dessa série que iniciei pelos EUA (Havai) e passando por quase toda a América Latina.

Efetivamente, cruzei doze fronteiras por terra! Nunca reparara nelas porque nunca tive dificuldades para me adentrar em qualquer desses países, além de ao chegar em alguma queria logo fazer as formalidades administrativas para entrar de imediato no novo país.

Agora, pensando bem, como nunca tive problema nas fronteiras, imagino que certas “facilidades” nelas sejam sempre possíveis. Na verdade, só tive problema em uma, mas porque o país que pretendia entrar, Bolívia, estava em estado de sítio e era início da noite. “Recomendaram-me” para que retornasse ao país de onde viera e voltasse no dia seguinte… de dia! Obedeci!

Em Pedro Juan Caballero cheguei de manhãzinha. Como estava com fome e com saudade do nosso pão francês, resolvi antes fazer meu café da manhã… em Ponta Porã! Só bem depois formalizei minha entrada definitiva ao Brasil.

Ou seja, foi uma experiência que apenas reforça o que tenho comentado, “dos tempos de criança”, em que até o papa não me escapou. Conhecendo como conheço os humanos, por minha ótica, a questão de fronteiras por terra entre países… aos “marvados”, nunca será resolvida. Né, não?!

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