Jigs, jumpings jigs, metal jigs e tube jigs!!!

Com o aparecimento das iscas artificiais, surgiu a necessidade de outras para capturar os peixes que tem a sua atividade maior próximo ao fundo das águas.
Por: Mauro Yoshiaki Novalo
No início, eram somente utilizados para os peixes de fundo e com o passar do tempo, os pescadores perceberam que alterando a velocidade do recolhimento, poderiam trabalhar eles na meia água e superfície, fazendo deles verdadeiros “curingas” das iscas artificiais.

Tipos
Importante citar a ação predominante que é de fundo ,e dependendo da velocidade do recolhimento utilizado, podem ser trabalhados na meia água e até na superfície
Jigs são iscas com peso incorporado ao anzol, enfeitados ou não com penas e outros artigos para melhor imitar e dar movimento as mesmas para atrair os predadores. Já os jumping jigs – tradicionalmente confeccionados com o corpo em chumbo – podem ser fabricados em diversos tipos de material e são também conhecidos como metal jigs.
Os com formatos desalinhados, ao serem tracionados traduzem em movimentos erráticos (imitando peixinhos feridos) e parecem cair no gosto e curiosidade das espécies que os atacam sem pestanejar.
Completando o arsenal, temos os tubes jigs facilmente identificados pelo seu formato característico (óbvios, de tubos).

Montagem
Com garatéias, anzóis simples e support hooks ou assist hooks. Estes últimos, além de não permitirem o enrosco dos anzóis entre si, e nas estruturas no fundo, podem melhorar significativamente as capturas, pelo seu posicionamento em locais estratégicos da isca.

Técnica
Grande parte das batidas acontece logo depois da isca chegar ao fundo, zona de ataque preferida destas espécies. O trabalho neste caso consiste em um ou mais toques levantando a ponta de vara, recolhendo um pouco de linha, e seguir na sequência, trabalho + recolhimento (uma manivelada). Vale lembrar que cada um tem o seu ritmo e jeito, aplicados conforme o que sua experiência sinalizar. O pescador precisa estar atento em todo o movimento desde o início, pois o ataque pode acontecer na caída da isca, quando ainda estiver soltando linha.
Atualmente, vários fabricantes nacionais entre eles a www.morodeconto.com.br e importadores como a www.pisciculturachang.com.br abastecem o mercado com novidades. Também temos variados modelos de varas denominadas jigueiras (a serem detalhadas em edições futuras), especialmente desenvolvidas para trabalhar estas iscas. Assim como linhas, com cores diferentes de 10 em 10m (pode variar conforme fabricante) para facilitar a indicação da camada mais produtiva para o momento.
Principalmente em alto mar, pelas grandes profundidades, o ideal é utilizar carretilhas elétricas e aliviar o esforço para o braço, na hora do recolhimento. Nestas condições, o indicado é usar multifilamento (em comparação com a linha monofilamento), pois além de possibilitar maior quantidade no carretel, apresenta muito mais sensibilidade por justamente ter o mínimo de elasticidade. Se for o caso, utilizar líder de fluorocarbono para proteção contra estruturas e pedras.
Convencionou chamar esta modalidade de pesca vertical e é praticada em rios, mares, lagos, represas e pesque-pagues. Tem como principais iscas: jigs; jumping jigs; tube jigs, rubber jigs e metal jigs entre outros. Eficientes para peixes como: corvinas, robalos, tucunarés, dourados, traíras, pintados, carpas e etc.

Um exemplo clássico é na pescaria com iscas de superfícies quando o tucunaré ataca e erra o alvo. Se tiver outra vara montada com jig, é lançar em seguida no mesmo local, pois é grande a chance de capturar o exemplar.
Na água salgada é versátil, tendo sua principal utilização para as espécies que habitam o fundo. Imprescindível ter na sua caixa em vários formatos, cores e pesos.
Nos pesque-pagues funcionam principalmente em dias de grande atividade dos peixes, para pegar trairas, redondos, bagres e exemplares de carpas mais ao fundo.
Dica: quem faz uso de iscas artificias, lembrar de proteger os olhos de acidentes (insetos ou anzóis) usando óculos, com lentes preferencialmente polarizadas – para eliminar o reflexo dos raios solares na superfície dágua e ver melhor o que acontece abaixo da linha dágua.

Quando for possível, ótimas pescarias!!!


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