Feira da Liberdade deve reabrir para o público neste final de semana com bolsões para alimentação

Vereador Aurélio Nomura participa de reunião com expositores (Aldo Shiguti)

A Praça da Liberdade-Japão e adjacências deve receber esta semana a volta da tão aguardada Feira de Arte, Artesanato e Cultura da Liberdade. O retorno às atividades depois de sete meses parados dos cerca de 300 expositores foi possível com a passagem da Capital para a fase verde do Plano São Paulo de flexibilização anunciada pelo governador João Dória no último dia 9.
O protocolo que permitiu a volta foi assinado no dia 1º de outubro pelo secretário municipal da Casa Civil, Orlando Lindório de Faria, pelo vice-presidente da Aliber (Associação dos Expositores da Feira da Praça da Liberdade), Ricardo Naraki, pela secretária Eiko Tabeta e pelo vereador Aurélio Nomura.
No último dia 8, os expositores participaram de uma reunião explicativa para definir a volta ao trabalho. O presidente da Aliber, Tsuguo Kondo lembrou a “luta” que permitiu o retorno às atividades. Já o vereador Aurélio Nomura destacou as dificuldades impostas pela vigilância sanitária, que exigia distanciamento de cerca de 6 metros entre as barracas.
Apesar de não ter um procolo específico – o setor de feiras de artesanato foi readequado no setor de eventos – o vereador explicou que a adaptação acabou beneficiando pois dará mais tranquilidade para os expositores. E finalizou afirmando que espera que a feira dure “mais 45 anos”.

Protocolos – Conforme já publicado pelo Jornal Nippak, o protocolo determina que todos os ambientes do estabelecimento e do local sejam submetidos a um intenso processo de desinfecção prévia, especialmente as áreas de processamento ou venda de alimentos,; o afastamento de todos os funcionários considerados suspeitos com sintomas de covid-19 e distanciamento social de 1,5 m. Proíbe ainda aglomerações e determina a obrigatoriedade do uso de máscaras por todos funcionários; além de disponibilizar álcool em gel 70% para higienização das mãos.
Bolsões – A Aliber pretende adotar ainda outras medidas, como disponibilizar luvas descartáveis para os frequentadores manusearem peças e objetos nas barracas de artesanatos e, no caso das barracas de alimentação, não será permitido o consumo nos balcões. Os próprios funcionários devem ficar encarregados de solicitar para que os frequentadores se dirijam até um dos dois bolsões criados para esse fim.
Um deles será na escadaria que dá acesso ao metrô enquanto outro ficará na calçada da Avenida Liberdade. Com isso, as barracas de artesanato passarão a ocupar também trecho da Rua Galvão Bueno, entre a Rua dos Estudantes e o torii proporcionando mais espaço entre elas.

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