Como é difícil conquistar uma vaga olímpica

Em 2016, equipe olímpica foi formada por Cazuo, Tsuboi, Jean e Calderano (divulgação)

Em 1926, após a fundação da ITTF – International Table Tennis Federation, organizaram pela primeira vez o Campeonato Mundial de Tênis de Mesa em Londres, na Inglaterra.
Somente em 1988, a modalidade se tornou Olímpica, em Seul, Coreia do Sul.
Participam apenas 16 equipes masculinas e 16 femininas, sendo 1 vaga para o país sede, 6 vagas continentais (1 campeão por continente), 9 vagas para o resto do mundo em seletiva já realizada em janeiro de 2020 (antes da pandemia).
As equipes são formadas por 3 atletas, portanto, quem já se classificou, garante 2 vagas individuais e um reserva.
O Brasil, tanto no masculino como no feminino, venceu no continente latino-americano, garantindo a vaga olímpica para Tóquio 2021.

Vagas em duplas mistas

Pela primeira vez introduziram mais uma modalidade, onde serão 16 duplas que seguem critérios similares aos de equipe, com pequenas alterações.

Vagas individuais

Varia de 64 a 70, dependendo de uma combinação de resultados, trata-se de um sistema bem complexo, mas cada pais só pode inscrever 2 atletas na modalidade individual.
Até 2008 podiam 3 atletas, mas a China levava tanto no masculino e feminino, as 6 medalhas em disputa, ouro, prata e bronze. A partir de 2012, com o limite de 2 por país, sobrou a de bronze para outros países, ou seja, eles continuam fazendo todas as finais.
Como a América Latina não tem o nível dos asiáticos e europeus, oferecem apenas 4 vagas individuais para o masculino e 4 para o feminino aos 20 países filiados.
Por exemplo, no feminino, como a atleta de Porto Rico foi campeã dos Jogos Pan-americanos, ela garantiu sua vaga, sobrando apenas 3 abertas.
Portanto, mais 50 atletas vão tentar, no inicio de 2021, vencer as seletivas pra se tornarem uma atleta olímpica. É um caminho muito longo e difícil para participar de uma Olimpíada.

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