Até quando vamos seguir o “fica em casa”?

Tênis de mesa sofre em meio à pandemia causada pelo novo coronavírus: situação preocupante (divulgação)

Clubes e escolas de tênis de mesa aos poucos vão retornando suas atividades, porém, muitos mesa-tenistas, ainda não voltaram. Ou por terem alguém do grupo de risco em casa, ou por exigência da família ou ainda esperando a vacina para a Covid-19.
E as competições, então, como ficam? Aglomerações, ter contato com vários grupos de risco, atletas assintomáticos, todos num ambiente fechado (no tênis de mesa não pode ventilar), a difícil higienização total do ginásio, das mesas, bolas, jogar de máscara, são alguns fatores que vão diminuir ainda mais a participação/inscrição.
Muito preocupante para a evolução técnica da modalidade, já que torneios com 700 atletas e que não devem retornar ainda neste ano.
Ao meu ver, o protocolo correto seria realizar um teste rápido para o coronavírus em todos os participantes e acompanhantes, antes de entrar no ginásio, mas isso tem um custo que poucos mesa-tenistas podem arcar.
A taxa de inscrição para jogar Ligas de não federados é de 30 a 40 reais, Federação SP de 90 a 120 reais e Confederação Brasileira de 190 a 340 reais, mais despesas de viagem, alimentação, hoteis, etc. O esporte pingue pongue, está se tornando caro, já que as raquetes variam de 125 a 3.000 reais. Com isso a distância entre atletas amadores para os profissionais (continuam treinando forte) está aumentando a cada dia da pandemia, no “fica edm casa”, por todos os fatores acima citados.
Em nosso meio existem pessoas que parecem não estar muito preocupadas, seguem a vida normalmente com o uso da máscara e limpeza constante, mas temos alguns extremistas que não saíram de casa desde março. Quem está certo? O tempo nos dirá.

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