Revisão e manutenção da tralha!

Abril apresentou dias quentes, com chuva além do normal. Para maio a previsão é de pouca chuva, com média da temperatura máxima na casa dos 23-24°, bom para revisar sua tralha.
Outono está começando de fato, boa hora de olhar a caixa de pesca e verificar se tudo está em ordem. O ideal é sempre depois de uma pescaria, eliminar a sujeira visível (dar um banho de água doce, por exemplo a água morna do chuveiro) dos equipamentos utilizados, deixando-os prontos para a próxima empreitada.
Depois, com atenção, é separar o material que precisa de manutenção, observando minuciosamente varas, molinetes ou carretilhas. Cabe verificar anzóis das iscas artificias, snaps, giradores e etc. Bom também olhar a linha que abastece seus equipamentos, ver se tem quantidade suficiente ou se já é hora de substituir.

Varas
Verificar e analisar se está tudo em ordem, principalmente a ponteira e passadores (olhar a proteção interna, o anel que vira e mexe se desprende). Uma boa prática é passar algodão por dentro deles como se fosse a linha de pesca, para identificar possíveis danos (se fiapos do algodão se prenderem, é sinal de avarias). Linha de multifilamento facilita a vida, mas pode danificar mais rapidamente os anéis dos passadores, ainda mais se não foram idealizados para este tipo de linha. Para cortar esta linha é usar alicates ou tesouras apropriados.
Limpar os cabos, sejam de neoprene, madeira ou cortiça. Lavar com sabão neutro e deixar para secar bem. Uma escova de dente retira a sujeira mais profunda da cortiça. Caso a peça apresente ressecamento e muitas fissuras, levar para um rod maker para efetuar o preenchimento e reparo necessário.
Muita gente conserva o plástico para não sujar, isto além de tornar a pegada escorregadia pode provocar o surgimento do mofo. Pintar também não é recomendável, o certo é manter do jeito original pois foi dimensionado para ser utilizado desta forma.
Não esquecer das varas de mão (telescópicas), separando os gomos, limpando a terra ou pó, para não provocar encaixes forçados, e refazer o cabresto se for necessário, para facilitar na hora de montar a linha.

Manutenção & reparos
Se costuma pescar em água salgada então sua manutenção tem de ser mais apurada, e em menor tempo do que para o material utilizado somente em água doce.
Caso precise de reparos, seja para varas, molinetes ou carretilhas procure um profissional especializado, a menos que já esteja acostumado a lidar com isso. Parece tarefa fácil uma simples lubrificação, mas tem itens específicos onde aplicar óleo ou graxa.

 

 

 

 

 

Se precisar de um serviço impecável e de qualidade, é contatar o Masaru Igaki nos fones (11)3209 7378 ou whatsapp(11)95338 1475, e para o caso de revisão geral, ele conta com máquinas e equipamentos para fabricar e substituir qualquer peça danificada. Rua Galvão Bueno, 395 – Liberdade – São Paulo/SP. Além da sua formação de ourives, é um excelente pescador (bait e fly), custom rod maker e adepto do fly tying (confecciona iscas de fly). Assim poderá proceder os reparos e manutenção, e de quebra dar variadas dicas sobre técnicas e pescarias.

Iscas artificiais & anzois
Ver se não estão furadas, dependendo do caso é possível reparar com massa plástica – caso sejam furos pequenos e de fácil acesso. Anzóis e garatéias, é localizar pontos de ferrugem e eliminar com lixa ou outro produto. Isto feito, colocar numa caixa com talco para conservá-los prontos para próxima saída. Um alicate com bico especial para abrir as argolas e retirar as garatéias, facilita muito no caso de precisar trocar.
Sobre alicates, o ideal é ter: de bico (para retirar o anzol na hora de liberar o peixe); de corte, e o de contenção.
Organizar a sua caixa de iscas, deixando somente as que usa de fato. Normalmente temos como princípio começar a pescaria utilizando as nossas “pegadoras”, e depois partimos para testar outras mais. Significa então que já sabe quais são as efetivas e preferidas, portanto é só acrescentar outras para testar.
Acessórios
Dependendo do local e da pescaria, vai precisar de chumbada, suporte para vara, bombas para pegar corruptos e outras iscas naturais (utilizadas nas pescarias de praia), banquetas, guarda-sol, anzóis especiais (como os wide gaps, utilizados para pescaria de robalos com camarão vivo). A lista é grande, portanto a dica é conferir antes para utilizar na pescaria.
Falando em chumbadas, variedade é interessante para atender locais rochosos ou com fundo de areia que precisam de específicos para facilitar a percepção da batida do peixe. Pescarias de pé na areia requerem varas adequadas (com pelo menos 3m de comprimento, seja em partes ou telescópicas). Detalhe que ajuda muito são os chicotes com 2 ou mais anzóis, dirigidos para esta modalidade.
Também poderá precisar de bóias, então é a hora de ver se tem em quantidade e variedade suficiente para o local onde deseja ir.

Vestuário
Óculos polarizados, bonés e chapéus, capa de chuva, bandanas, manguitos, protetores solares e repelentes de insetos (verificar prazo de validade) fazem parte da lista obrigatória para se ter na bolsa de pesca. Sem esquecer da sua roupa – já foi o tempo onde usávamos nossas roupas mais surradas – é melhor que sejam leves e de rápida secagem, se possível com proteção solar e repelente a insetos, ideais para as pescarias nos mangues, que no outono costumam ter muitos borrachudos e mutucas – que incomodam e muito. Não esquecer dos pés que devem ter calçados apropriados (quem pesca nos costões das praias utilizar dos com solados próprios para não escorregar).
Segurança
Sempre informar a marina ou pessoas próximas sobre o seu roteiro de pesca e o horário previsto de retorno, isto é fundamental para acionar as autoridades responsáveis em caso de acidentes.
Ótimas pescarias!!!

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