O tempo vai esquentar e os peixes vão atacar com muito mais vontade

Momento para conferir a tralha e ver se tudo está em ordem pois a temporada promete!!!
O frio parece estar com os dias contados pois logo começa a primavera. A temperatura prevista para os próximos dias está na casa dos 30º e os peixes vão atacar as iscas com vontade.
É bom ter o seu material preparado para as empreitadas. Organização e disciplina ajudam muito na hora de arrumar sua tralha, seja sua próxima pescaria em rios, represas, lagos, mar ou pesque-pague.

Ajeitar a caixa ou bolsa de pesca é tranquilo, basta tirar tudo e proceder uma limpeza geral. Alicates, anzóis, bóias, chumbadas, apoiadores e etc devem ser lavados e colocados para secar em local que receba sol indireto. Aproveitar a ocasião para conferir, repor ou substituir o que for preciso.
ATENÇÃO, se voltou de uma pescaria em mangue ou água salgada, e caso ainda não tenha feito, é a hora para lavar varas, molinetes ou carretilhas, iscas artificiais (mesmo as não utilizadas mas estavam na caixa) e tudo que possa sofrer a ação de oxidação. Observar muito bem se tem pontos de ferrugem, caso positivo é proceder a manutenção. No caso de anzóis ou garatéias, remover a ferrugem, lavar, secar, e polvilhar um pouco de talco.
O recomendável é logo após retornar da pescaria, na hora do banho, aproveitar a água morna do chuveiro para enxaguar tudo, e colocar para secar longe do alcance da criançada e animais domésticos.
Areia causa estragos se penetrar no interior do molinete ou carretilha, podendo causar sérios danos nos componentes internos. Se ao manivelar sentir que está travando ou escutar barulhos estranhos, pare imediatamente de usar e reservar este equipamento para uma manutenção completa.
Se não é expert em montagem e desmontagem destes equipamentos, programe periodicamente para levar seus molinetes, carretilhas e varas para uma manutenção mais apurada em lojas especializadas. Além de facilitar se for preciso trocar qualquer componente, vai prolongar a vida útil do equipamento. Caso suas saídas sejam em água doce, o intervalo pode ser de 10 pescarias para a revisão. Para água salgada diminua o tempo.
Ao vistoriar as varas de pesca – depois de lavados e secos – utilizar um chumaço de algodão. É passar como se fosse a linha de pesca por dentro dos anéis dos passadores, caso algum fiapo se prenda é sinal que precisará trocar (pois poderá cortar sua linha numa briga com peixe). A sujeira impregnada no cabo de cortiça, pode ser removida passando um pouco de pasta dental, esperar uns segundos, e com uma flanela ou esponja molhada em água, remover tudo.
Dica: alguns pescadores não tiram o plástico que reveste o cabo das varas de pesca. Isto além de dificultar a “pegada” (pois fica escorregadia) pode acumular água criando pontos de mofo. O cabo, seja de neoprene ou cortiça, foi desenvolvido para ser usado sem nenhum tipo de proteção. Uma simples lavagem retira muito da sujeira ou pó. Caso esteja muito danificado é enviar para um profissional qualificado fazer o reparo.

Outro cuidado a considerar é como levar o equipamento, principalmente as varas de pesca. Usar porta-varas, além de facilitar o transporte garante a integridade delas.
Quando estiver navegando, lembre-se de envolver as carretilhas ou molinetes em capinhas de proteção. Isto evitará riscos ocasionados pela batida dos conjuntos entre si ou nas bordas do barco, e danos mais sérios enquanto estiver em locomoção. Não esquecer de prender as iscas artificiais ou anzóis para evitar acidentes com os ocupantes.

Equipamentos bons e de marca tem preço alto, quem investe R$ 500,00 ou mais numa carretilha ou vara, pode facilmente adquirir a custo irrisório, capinha de neoprene ou similar, para proteção contra arranhões ou batidas.
Muitos fabricantes enviam de fábrica protetores, mas é comum o pescador não fazer uso nem para transportar, muito menos quando está no barco, pescando. E é justamente nessa ocasião que você pode ver a carretilha – adquirida a muito custo – bater no casco do barco durante a navegação. Isto pode resultar em marcas ou então numa pancada mais sacudida, danificar alguma peça.
Mesmo o trajeto mais curto, pode quebrar ou causar um estresse (que mais tarde pode acabar em ruptura) nas varas. A sugestão é literalmente vestir seus equipamentos, ter uma bolsa de pesca para guardar as caixas de iscas, apetrechos soltos. E sempre quando for mudar de lugar, gastar alguns minutos para proteger sua tralha.
Atualmente tem protetores almofadados, flutuantes e etc, para guardar inclusive os equipamentos montados, o que facilita e muito. Alguns de secagem rápida – um plus a mais.
Usar capas e porta varas significa conservar o seu equipamento sem riscos, e utilizá-los por muito tempo. Um cuidado preventivo para não correr o risco de ver a vara quebrar justamente na hora da briga com o peixão tão desejado!
Nos traslados, é ter mais atenção ainda, pois uma tralha bem organizada não é apenas sinônimo de facilidade de localizar o que precisa. Mais do que isso, é a certeza de não ter gastos extras com manutenção.
No mais, é se proteger do sol e insetos, com proteção solar, roupas leves e confortáveis, boné, óculos escuros (lentes polarizadas) e hidratar o corpo, ingerindo muito líquido nestes dias, que certamente serão de muito sol!

Apoio:

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