SILVIO SANO > NIPONICA: Movimento Político Nikkei? Sei não… (II)

Pois é… pensei que fosse levar uma saraivada de “broncas”, mas foram só elogios… rs, inclusive de um político que participou dessa reunião. O que surpreendeu foram os “conte comigo!”, da maioria, apesar de alguns pedirem mais detalhes sobre o… Sei, não!
Antes, como já enfatizei em outros artigos afins, não acho que um cidadão nikkei, individualmente, deva votar em político nikkei, e sim, no político que achar mais adequado ao país. Se for nikkei, que o seja por coincidência, diferentemente das entidades da comunidade que, eleitos, acham que têm a obrigação de lhes darem aquela “mãozinha”, conforme já discorri sobre um, desconhecido até então, mas que tão logo assumiu recebera visitas de lideranças nikkeis cobrando-lhe isso. Aliás, não é o que já está ocorrendo com Kim Kataguiri?!
Pois bem, meus artigos giraram em torno disso. Por isso cheguei a “Somos Todos Culpados!”, em dois capítulos, em eleições diferentes; e ao último, “Eleições… konflitos nikkeis são culpados”, só que, dessa vez, sacando-me dentre os culpados! Eu, héim!
Sobre os inúteis debates, às vésperas de eleições, promovidos pelo Bunkyô-SP, sugeri para que os realizassem tão logo o TSE anunciasse os nomes dos candidatos, convidando a todos (até para se descobrir novos talentos), que fosse aberto ao público, lideranças de todas as associações convocadas e… no Grande Auditório.
Ao contrário, soube que essa reunião do MPN foi realizada na sala do Kenren. Pode? Por essa e outras é que, já em 2010, escrevi “O Papel dos Bunkyôs aos Candidatos Nikkeis”! Mas pensando bem, o correto seria “O VERDADEIRO Papel dos Bunkyôs aos Candidatos Nikkeis”. Né, não?!
Para finalizar, num desses debates, recordo-me que perguntei a dois políticos de renome na comunidade, a respeito, ao que me responderam que, por ser véspera, deveriam estar no fronte da campanha e não ali, mas que se não viessem seria mal falados por eles!
É isso aí! Precisam deles? Trabalhem para que sejam eleitos! Corporativismo puro nessas horas!, assim como fazem outras etnias, religiões, etc.

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