Inverno começa dia 21, o que fazer se não puder pescar?

No frio temos a opção de focar nas espécies acostumadas ao clima, ou podemos aproveitar para ajeitar nossa tralha!

Dia 21 de junho, inicia mais um inverno, e se seguir o padrão dos últimos dias de outono, a previsão da temperatura, pelo menos aqui na grande São Paulo, será acima das médias apresentadas para o período, com dias de frio intenso a partir do início de julho. Comparado a anos anteriores, é grande a probabilidade de usar agasalhos pesados por menos dias este ano.
Para a pescaria nos pesque pagues, temos de monitorar como vai ser a tendência, se de queda ou de temperatura subindo. Caso a sinalização seja a segunda opção é um bom sinal, pois ao esquentar a água do lago, os peixes vão se animando durante o passar das horas e em pouco tempo estarão em atividade. O contrário dificulta um pouco mais para localizar a janela de captura, onde os denominados peixes do “frio” estão localizados.
Sendo o destino a água doce como represas e rios, é ir à caça dos peixes acostumados com as baixas temperaturas como: tilápias; black basses; corvinas; traíras; carpas e peixes de couro. Para água salgada, é consultar a tábua de marés e previsão do tempo para prevenir ressacas e viradas de tempo, no mais é o pescador aguentar o frio, pois neste ambiente a atividade não para nunca. Pelo grande número de variáveis, pescarias em dias frios serão temas de edições futuras.
Caso a saída para pescar seja descartada, é a oportunidade para conferir se tudo está de acordo no seu material. Muitas vezes o pescador é “taxado” de colecionador, pois basta ver o que tem de “tralha” de pesca. É comum juntar acessórios, mesmo porque, alguns itens são específicos para uma modalidade ou tipo de pescaria, e podem fazer a diferença para o peixe aparecer ou não na foto.
O leitor que visita lojas de pesca sabe muito bem o preço de um bom equipamento. Então por que não proteger o tão precioso material durante as pescarias? Quem investe R$ 800,00 ou mais numa carretilha, o quanto vai representar (em valor $$$) uma capa de neoprene ou similar, que proteja de arranhões ou batidas?
Estes artigos costumam vir de fábrica junto com os produtos de grandes marcas de fabricantes, e literalmente vestem os equipamentos. Mas não é habitual o pescador fazer uso, seja para transportar, muito menos quando está no barco, pescando. E é justamente nessa situação que você pode ver a carretilha – adquirida a muito custo – bater no casco do barco durante a navegação. Isto pode resultar em algumas marcas ou riscos, porém uma pancada mais sacudida pode danificar alguma peça.
É comum ver nos torneios ou pescarias, barcos caros e equipados, com varas batendo seco durante a navegação. Mesmo o mais curto do trajeto pode danificar ou causar um estresse (que mais tarde pode resultar em ruptura) nas varas e o que não dizer dos molinetes e carretilhas? Será que não vale a pena gastar um pouquinho mais para fornecer uma proteção adequada para este material, considerando o alto valor investido?


A sugestão é literalmente vestir seus equipamentos, ter uma boa bolsa de pesca para guardar as caixas de iscas, os apetrechos soltos, e toda hora que for mudar de lugar, gastar alguns minutos para proteger a tralha. Atualmente existem protetores almofadados, flutuantes e etc para usar inclusive com os equipamentos montados o que facilita e muito. E de quebra ainda tem os de secagem rápida que é um plus a mais.

Utilizar capas que custam pouco, vale o investimento para quem quer conservar o seu equipamento, além de poder utilizá-los por muito tempo. Esta prevenção pode significar não correr o risco de ver a vara quebrar, justamente durante a briga com o peixão tão desejado!
Para transportar é tomar muito mais cuidado, pois uma tralha bem organizada não é apenas a facilidade de localizar rapidamente o que precisa, mais do que isso, é a certeza de não ter gastos extras com manutenção, e ver seus adorados mimos colaborando na queda de braço com os seus troféus.
Se suas pescarias forem em água salgada a manutenção tem de ser mais apurada, e em período de tempo menor do que para material utilizado em água doce.
Óculos polarizados, bonés e chapéus, capas de chuvas, protetores solares para corpo e rosto, repelentes de insetos (verificar se estão dentro do prazo de validade) fazem parte da lista obrigatória para se ter a mão, na bolsa de pesca. Sobre sua roupa de pesca – já foi o tempo onde simplesmente pegávamos as mais surradas e estava tudo certo. O ideal é que sejam de material leve e de rápida secagem, se possível com proteção solar e repelente a insetos. Pescarias nos mangues nesta estação costuma ter muitos borrachudos e mutucas a incomodar. Não esquecer dos pés que devem ter calçados apropriados, e quem for para os costões das praias, utilizar os com solados especiais para não escorregar.

Sempre informar a marina ou pessoas próximas a programação, inclusive a hora prevista para o retorno, isto é fundamental para prestar socorro no caso de acidentes.
Ótimas pescarias!!!

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