Grupo participa de atividades ecológicas no Solo Sagrado

Participantes do 24 Congresso de Direito Ambiental plantam manacás em Guarapiranga (SP) (Laurete Guimarães)
Participantes do 24 Congresso de Direito Ambiental plantam manacás em Guarapiranga (SP) (Laurete Guimarães)

Pelo terceiro ano consecutivo, participantes do 24º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental visitaram o Solo Sagrado de Guarapiranga, em São Paulo. As atividades duraram seis horas e foram realizadas no dia 26 de maio, com 20 integrantes do congresso
O solo foi construído pela Igreja Messiânica Mundial do Brasil e inaugurado em 1995, às margens da represa de Guarapiranga, em São Paulo, em uma área de 327,5 mil metros quadrados.
Representante do Instituto O Direito por um Planeta Verde, o advogado Rogério Silva Portanova, professor e coordenador da Gestão Ambiental da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), disse que se sentiu integrado à energia do solo.
“Perfeita harmonia entre homem, energia e natureza.” Ele também destacou o aspecto espiritual da visita: “Espiritualidade sem mitos e respeito a todas as crenças e verdades. Saímos melhores e maiores do que entramos. A vida agradece. Obrigado pelo acolhimento”.

O projeto de paisagismo do solo sagrado prevê um caminho de espécies nativas da Mata Atlântica, como o dos manacás (Laurete Guimarães)
O projeto de paisagismo do solo sagrado prevê um caminho de espécies nativas da Mata Atlântica, como o dos manacás (Laurete Guimarães)

Acolhimento – O estudante Santiago Gimenez Sanabria, da Universidade de Costa Rica (UCR), destacou a maneira como o grupo foi recebido, além da espiritualidade e da beleza do local: “A atenção prestada pela equipe oferece grande qualidade, cordialidade, além de muito informativo. É uma experiência que deve ser repetida e recomendada”.
Ele foi um dos vencedores do VIII Prêmio José Bonifácio de Andrada e Silva, na categoria estudantes de graduação, com o ensaio acadêmico “Efetividade das normas de ordenamento territorial diante de cenários de risco”.
Johann Montero Brenes, estudante do mesmo país, ressaltou que gostou muito da atividade de plantio e do contado com a natureza. “A natureza é tão importante para a vida em geral e, especialmente, para a vida humana. As vibrações verdes que transmitem esse lugar são muito especiais e podem ser sentidas desde que entramos.” Ele também disse que os jardins estão “muito bem conservados”.
Graduada em Direito na Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá, Alessandra Almeida Neves Cícero de Sá esteve, com o grupo, pela primeira vez no Solo Sagrado de Guarapiranga e diz ter a intenção de retornar, disse: “O santuário em meio à região da Grande São Paulo nos passa uma paz e abre nossos olhos para a importância do contato humano com a natureza, para além dos manuais de direito ambiental”.
A advogada Josiane Paula da Luz, da cidade de Venâncio Aires (RS), também demonstrou gratidão pelo trabalho desenvolvido no local e diz ter sentido uma energia “muito boa”, ao chegar próxima às quedas d’água. “Quero voltar, pois quero apreciar com mais calma. Um ambiente de amor, acolhimento e energia muito elevada.”
A carioca Mariana Mulinari Vianna relatou que a experiência no solo sagrado superou as expectativas de aprendizado, energia, paz e sentimentos. “Significa muito para nós, seres humanos, e para nossa casa, Terra, saber que temos institutos como esses e a religião, com o Johrei, para pôr tudo isso em prática.”
De Salto, interior de SP, a estudante Caroline Peres Sanches afirmou que a estrutura, a paz e a organização do espaço a surpreenderam de forma positiva. “Fico feliz em saber que existem instituições responsáveis e preocupadas com a preservação ambiental”, concluiu.

Informações sobre como visitar o local: https://solosagrado.messianica.org.br/

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