Campeonato Mundial 2019

Individual e Duplas categoria Adulto
Budapeste – Hungria de 21 a 28 de abril

Hugo Calderano (divulgação)
Hugo Calderano (divulgação)

A equipe brasileira foi fomada por Hugo Calderano (rank mundial 8), Gustavo Tsuboi (37), Eric Jouti (68), Thiago Monteiro (71) e Vitor Ishiy (131), no masculino; Bruna Takahashi (69), Gui Lin (99) e Jessica Yamada (160), no feminino
A grande esperança de medalhas, Hugo Calderano, teve muito azar no sorteio e acabou ficando em 9o lugar, perdendo para o atual Tri-Campeao Mundial e Campeao Olimpico, Ma Long (CHN).
Os 8 melhores do ranking mundial, no caso Calderano, teoricamente não pegam atletas muito superiores pois são considerados cabeças de chave da competição.
O chinês Ma Long por não ter participado nos eventos internacionais, por lesão e o nascimento do filho, estava em 11o no ranking, acabando por enfrentar Calderano entre os 16.
Cada pais, pode participar com 5 atletas no Torneio Individual, e para ver como este ano o sorteio foi inusitado, 4 chineses ficaram no lado do brasileiro, portanto ele para ser campeão, teria que passar por Ma Long (11), depois Lin Gaoyuan (3), depois Fan Zendhong (1) e na final Xu Xin (2), Desses citados, Hugo já derrotou o numero 1 Fan e o numero 3 Lin, porem com resultados inesperados, a final foi entre Ma Long e um sueco Mathias Falk, pois o favorito Xu Xin, acabou perdendo para o francês Simon Gauzy.
Resumindo, se Calderano estivesse no outro lado, poderíamos ter quem sabe a primeira medalha brasileira num Campeonato Mundial.

Marcos Yamada com Bruna Takahashi e Jessica Yamada (divulgação)
Marcos Yamada com Bruna Takahashi e Jessica Yamada (divulgação)

Até hoje tivemos na mesma ocupação do Calderano neste mundial, Biriba em 1961 e Claudio Kano em 1987, todos em 9o lugar.
Chances reais de medalhas apenas em tres mundiai, ou seja vencer uma partida para subir ao pódio. 1959 – Equipes com Biriba Betinho Jackes e Ivan (6o lugar), 2015 – Cazuo Matsumoto e Thiago Monteiro em duplas, perderam para os sul coreanos por 4×3 (5o lugar) e no ano passado 2018 – Equipes com Calderano, Tsuboi, Jouti e Ishiy que perderam para a Alemanha por 3×1 (5o lugar).
Desde 1991, presenciei todos os Mundiais da Federação Internacional ITTF, exceto em 2004, portanto nestes 23 mundiais, observei uma evolução do Brasil.
Hoje somos respeitados no cenário mundial, pois todos atletas da equipe estão jogando profissionalmente no exterior e adquirindo bastante experiência, para poder brigar por uma medalha.

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