AKIRA SAITO: Quando a moral vale menos que a conveniência

“O fato de acreditar estar certo, não dá o direito de fazer o errado”

Em nossa sociedade, acredito que o maior problema da atualidade seja a conveniência e suas aplicações. Ela é a base para justificar o que está ou que foi feito de errado, alterando seu ponto de vista transformando em algo “desculpável”.
A moral define no indivíduo o que é certo e o que é errado, base para regras, leis e consequentemente suas obrigações. O problema é que todos concordam com isso, mas, de acordo com sua conveniência, pode mudar. Um exemplo que todos acham “normal” é a placa de proibido estacionar ou de vaga para deficientes/idosos. Todos sabem que é proibido e moralmente, todos condenam aquele que desrespeita esta regra, porém, basta precisar parar o carro, seja por estar atrasado, não ter outra vaga próximo ou para subir/descer alguém, pronto, passa a ser permitido, pois sua conveniência lhe permite. Claro que isto é um pequeno exemplo, mas aplicável em qualquer outra situação, inclusive em desvios bilionários, que todos condenam quando sai nos noticiários.
No Budo (Caminho Marcial) a honra é imprescindível para o perfeito entendimento dos ensinamentos e o código moral, o pilar de sustentação em busca do aperfeiçoamento de um cidadão honesto, de caráter e útil à sua sociedade. É mais louvável “perder” de forma honesta fazendo o que é certo, do que “vencer” de forma desonesta, causando um motivo de real vergonha e mancha em sua suposta “vitória”.
A sociedade poderia ser bem melhor se a moral prevalecesse sempre, que o certo fosse somente certo e o errado fosse sempre errado, em toda e qualquer circunstância.
Todos por uma sociedade com mais moral e menos conveniência!!!!!

GANBARIMASHOU!!!!!

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